Atualizado em 22 de setembro de 2026
Concordância verbal e nominal no Enem: as regras que mais derrubam a nota
Concordância verbal e nominal estão entre os erros gramaticais que a Competência 1 da redação do Enem penaliza — veja as regras e evite cair nelas.
Resumo — o que você vai aprender
- Concordância verbal e concordância nominal aparecem nominalmente na categoria "gramaticais" de desvio da Competência 1, junto com regência, pontuação e paralelismo, segundo a cartilha do participante da redação do Enem.
- Sujeito composto antes do verbo exige verbo sempre no plural; sujeito composto depois do verbo permite plural ou concordância com o mais próximo.
- "Meio" varia em gênero e número quando é adjetivo (meio copo, meia xícara) e não varia quando é advérbio (ele é meio maluco, ela é meio maluca).
- "Bastante" varia quando é adjetivo com sentido de "suficiente" ou "muitos" e não varia quando é advérbio com sentido de "muito".
- A mesma regra vale na redação (Competência 1) e nas questões objetivas de Linguagens — só muda o formato em que o erro aparece.
Concordância verbal e concordância nominal aparecem nominalmente na lista de desvios "gramaticais" que a Competência 1 da redação do Enem avalia — ao lado de regência verbal e nominal, tempos e modos verbais, pontuação, paralelismo sintático, morfológico e semântico, e emprego de pronomes, segundo a cartilha do participante da redação do Enem (INEP). E, diferente de crase, que é basicamente uma regra só, concordância é um par de regras — uma para verbos, outra para nomes — com casos que confundem até quem escreve bem no dia a dia.
O que é concordância verbal
Concordância verbal é a harmonia entre o verbo e o sujeito da frase, em número (singular ou plural) e pessoa. Com sujeito simples, a regra geral é direta: o verbo concorda em número e pessoa com o núcleo do sujeito. "O aluno estuda" (sujeito simples, singular, verbo no singular); "Os alunos estudam" (sujeito simples, plural, verbo no plural).
A dificuldade real aparece quando o sujeito deixa de ser simples — e é aí que a maioria dos erros de concordância verbal em prova nasce.
Casos de sujeito composto
Quando o sujeito é composto (duas ou mais pessoas, coisas ou ideias exercendo a função de sujeito), a regra muda de acordo com a posição do verbo na frase.
Se o sujeito composto vem antes do verbo — a ordem mais comum em português — o verbo vai sempre para o plural, mesmo que cada elemento do sujeito seja singular. O exemplo direto da fonte consultada: "Maria e José conversaram até de madrugada" (Toda Matéria). "Maria" e "José" são, cada um, singulares; juntos, formam um sujeito composto que puxa o verbo para o plural. O mesmo vale para sujeitos não-humanos: "construção e pintura ficarão prontas amanhã".
Se o sujeito composto vem depois do verbo — uma inversão menos comum, mas frequente em textos mais formais ou literários — o verbo tem duas opções válidas: pode ir para o plural, ou pode concordar só com o elemento do sujeito mais próximo dele. A mesma fonte traz o par de exemplos lado a lado: "Discursaram diretor e professores" (plural) e "Discursou diretor e professores" (concordando só com "diretor", o mais próximo) — as duas formas são gramaticalmente corretas (Toda Matéria).
Na prática, para quem escreve a redação do Enem, a forma mais segura é manter a ordem direta (sujeito antes do verbo) sempre que possível — ela elimina a ambiguidade e força o plural, que é sempre uma opção correta. Inverter a ordem só vale a pena quando o efeito de estilo compensa o risco de errar a concordância na hora de revisar.
Sujeito coletivo: uma armadilha silenciosa
Um caso que costuma pegar quem já domina o resto da regra é o sujeito coletivo — palavras como "multidão", "equipe", "maioria" ou "grupo", que representam várias pessoas ou coisas mas são, gramaticalmente, singulares. A regra geral aqui é simples de enunciar e difícil de aplicar sob pressão: sujeito coletivo no singular pede verbo no singular, mesmo quando a ideia por trás da palavra é claramente plural. "A multidão gritava" está certo; "a multidão gritavam" é o erro clássico — a cabeça do escritor vai para o sentido (muita gente gritando) e esquece que a palavra que rege o verbo, gramaticalmente, é uma só.
O teste mental que funciona aqui é ignorar o sentido da palavra e perguntar só: essa palavra-sujeito está no singular ou no plural? Se a resposta é singular, o verbo acompanha — não importa quantas pessoas a palavra represente.
O que é concordância nominal
Concordância nominal é a harmonia entre um substantivo e os termos que se referem a ele — adjetivos, artigos, pronomes e numerais concordam em gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural) com o substantivo a que se ligam. "As alunas dedicadas" tem três termos (artigo, substantivo, adjetivo) concordando no feminino plural; trocar qualquer um deles de gênero ou número sem trocar os outros quebra a concordância.
A maior parte da concordância nominal segue esse padrão sem exceção. Os casos que realmente derrubam nota em prova são as palavras que mudam de categoria gramatical dependendo da frase — e "meio" e "bastante" são os dois exemplos mais citados.
O caso "meio": adjetivo variável, advérbio invariável
"Meio" tem duas funções possíveis, e cada uma segue uma regra diferente. Quando funciona como adjetivo — modificando um substantivo, no sentido de "metade de" — ele concorda em gênero e número com esse substantivo: "meio copo" (masculino), mas "meia xícara" (feminino), porque "xícara" é palavra feminina e o adjetivo precisa acompanhar (Toda Matéria).
Quando funciona como advérbio — modificando um adjetivo, no sentido de "um pouco" ou "meio que" — "meio" não varia nunca, independente do gênero da palavra que ele está modificando: "ele é meio maluco" e "ela é meio maluca" usam a mesma forma "meio", porque aqui "meio" não está concordando com "maluco/maluca" — está funcionando como advérbio de intensidade, e advérbio não flexiona (Toda Matéria).
O teste rápido para saber qual dos dois casos está na frente: "meio" está antes de um substantivo (é adjetivo, varia) ou antes de um adjetivo (é advérbio, não varia)?
O caso "bastante": a mesma lógica, outro par de sentidos
"Bastante" segue a mesma dinâmica adjetivo-versus-advérbio, só que com sentidos diferentes. Como adjetivo, no sentido de "suficiente" ou "muitos/muitas", concorda em número com o substantivo: "recebemos bastantes telefonemas", "venderam bastantes produtos" — no plural porque os substantivos "telefonemas" e "produtos" estão no plural (Toda Matéria).
Como advérbio, no sentido de "muito", "bastante" é invariável — não importa o número do que ele está modificando: "eles cantam bastante bem" não flexiona porque está modificando um verbo (cantam), função de advérbio (Toda Matéria).
O erro mais comum com "bastante" é o oposto do erro mais comum com "meio": quem aprendeu que "bastante" é invariável tende a nunca flexionar, mesmo nos casos em que ele funciona como adjetivo e deveria concordar com um substantivo no plural.
Onde isso pesa na prova
Na redação, concordância verbal e nominal entram na categoria "gramaticais" de desvio da Competência 1, junto com regência, pontuação, paralelismo e emprego de pronomes — a própria cartilha do participante lista os dois tipos de concordância lado a lado, nominalmente (INEP). Um deslize isolado não derruba a competência inteira, mas erros repetidos de concordância ao longo do texto — principalmente nos casos de sujeito composto invertido, sujeito coletivo e nas palavras "meio"/"bastante" — mudam o padrão de "poucos desvios" para "alguns desvios", e isso pesa na nota final da C1. Quem quer entender a escala completa de pontuação da Competência 1 encontra o detalhamento no guia da Competência 1 do Enem.
Nas questões objetivas de Linguagens, a mesma regra aparece em formato diferente: itens que pedem para identificar a concordância correta (ou incorreta) num trecho, ou para escolher a reescrita gramaticalmente adequada de uma frase. O raciocínio de resolução é o mesmo da redação — só muda o formato em que o erro se manifesta.
Quem já domina interpretação de texto mas ainda tropeça em pontos de norma culta como esse encontra mais exemplos no guia de interpretação de texto no Enem, e quem quer revisar o outro erro gramatical mais citado ao lado de concordância — a crase — encontra a regra completa no post de crase no Enem. Para treinar concordância junto com os outros pontos de gramática que caem na prova, o caminho mais direto é praticar nas questões de Linguagens do Enem.
Exercício rápido de fixação
Releia as cinco frases abaixo e decida se a concordância está certa ou errada — depois confira com as regras deste artigo:
- "João e Pedro chegou atrasado à reunião."
- "Compareceu ao evento diretor e professores."
- "A equipe comemoraram a vitória no último minuto."
- "Ela tomou meio xícara de café antes da prova."
- "Havia bastante pessoas na fila do portão."
A frase 1 está errada: sujeito composto ("João e Pedro") antes do verbo exige plural — o correto é "chegaram". A frase 2 está certa: sujeito composto depois do verbo permite concordância com o mais próximo ("diretor", singular) — "compareceu" está correto, e "compareceram" também seria. A frase 3 está errada: "equipe" é sujeito coletivo singular, então o verbo deveria ser "comemorou", não "comemoraram". A frase 4 está errada: "xícara" é palavra feminina, então "meio" (adjetivo) deveria virar "meia" — "meia xícara". A frase 5 está errada: "bastante" está funcionando como adjetivo (sentido de "muitas"), concordando com "pessoas" no plural — o correto é "bastantes pessoas". Se você acertou todas, as duas regras já estão internalizadas; se errou alguma, volte ao caso correspondente antes da prova.
Linguagens · ENEM 2024
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Perguntas frequentes
O que é concordância verbal?
É a harmonia entre o verbo e o sujeito da frase em número (singular ou plural) e pessoa. A regra geral, com sujeito simples, é direta: o verbo concorda em número e pessoa com o núcleo do sujeito.
Como fica a concordância quando o sujeito é composto?
Depende da ordem. Se o sujeito composto vem antes do verbo, o verbo vai sempre para o plural ("Maria e José conversaram até de madrugada"). Se o sujeito composto vem depois do verbo, o verbo pode ficar no plural ou concordar só com o sujeito mais próximo ("Discursou diretor e professores" ou "Discursaram diretor e professores") — regra confirmada no [Toda Matéria](https://www.todamateria.com.br/concordancia-verbal-e-nominal/).
"Meio" tem plural?
Só quando funciona como adjetivo, e aí concorda em gênero e número com o substantivo: "meio copo", mas "meia xícara". Como advérbio, "meio" nunca varia: "ele é meio maluco", "ela é meio maluca" ([Toda Matéria](https://www.todamateria.com.br/concordancia-nominal/)).
"Bastante" concorda com o substantivo ou fica sempre igual?
As duas coisas, dependendo da função. Como adjetivo, no sentido de "suficiente" ou "muitos", concorda em gênero e número: "recebemos bastantes telefonemas". Como advérbio, no sentido de "muito", é invariável: "eles cantam bastante bem" ([Toda Matéria](https://www.todamateria.com.br/concordancia-nominal/)).
Concordância pesa na nota da redação do Enem?
Sim. A cartilha do participante da redação do Enem lista "concordância verbal e nominal" dentro da categoria de desvios "gramaticais" que a Competência 1 avalia, ao lado de regência verbal e nominal, pontuação e paralelismo sintático ([INEP](https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2025_cartilha_do_participante.pdf)).
Concordância cai só na redação ou também nas questões objetivas?
Cai nas duas frentes. Na redação, entra na Competência 1 (gramática). Nas questões objetivas de Linguagens, aparece em itens de norma culta e de reescrita de frases. Pratique os dois formatos nas [questões de Linguagens do Enem](/questoes/area/linguagens).
Qual é o erro mais comum de concordância nominal em prova?
Tratar "meio" e "bastante" como se fossem sempre invariáveis, esquecendo que, quando funcionam como adjetivo (concordando com um substantivo), eles variam em gênero e número normalmente.
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Realismo e Naturalismo no ENEM 2026: Machado e O Cortiço
Realismo e Naturalismo dominam Linguagens no ENEM. Veja Machado de Assis, O Cortiço de Aluísio Azevedo e como resolver qualquer excerto desse período.
Poluição Informacional no ENEM 2026: deepfakes, eleições e repertório
O TSE proibiu deepfakes eleitorais em março de 2026. Entenda o que é poluição informacional, como difere de fake news e qual repertório usar na redação do ENEM.
Pré-Modernismo no ENEM 2026: Euclides, Lima Barreto e Lobato
O Pré-Modernismo vai de 1902 a 1922 e traz 4 autores que aparecem frequentemente no ENEM. Saiba quem são e o que a banca pede em cada excerto.
Barroco no ENEM 2026: Gregório de Matos e Padre Vieira
Barroco (1601–1768): os dois autores que dominam o ENEM são Gregório de Matos e Padre Vieira. Aprenda cultismo, conceptismo e como resolver qualquer excerto do período.
Parnasianismo e Simbolismo no ENEM 2026: o que cai na prova
Parnasianismo ou Simbolismo? Diferenças, autores e o que o ENEM 2026 cobra sobre Olavo Bilac, Cruz e Sousa e a poesia do fim do século XIX.
Arcadismo no ENEM 2026: Gonzaga, Basílio da Gama e o que cai
Arcadismo (1768–1836): os 4 autores, as 5 expressões latinas e o que o ENEM 2026 cobra — com foco em Marília de Dirceu, O Uraguai e a Inconfidência Mineira.
Era Vargas no ENEM 2026: fases, CLT e o que sempre cai
Getúlio Vargas ficou 15 anos no poder sem vencer eleição popular. A Era Vargas (1930–1945) é frequente no ENEM — entenda as 3 fases e o que a banca realmente cobra.
Vanguardas Europeias no ENEM 2026: Futurismo ao Surrealismo
Os 5 movimentos das Vanguardas Europeias no ENEM: Futurismo (1909) ao Surrealismo (1924), datas, artistas e a conexão com o Modernismo Brasileiro.
Quinhentismo no ENEM 2026: Pero Vaz de Caminha e Anchieta
O Quinhentismo (1500–1601) é o primeiro período literário brasileiro. O que o ENEM cobra sobre Pero Vaz de Caminha, José de Anchieta e Os Lusíadas.
Sociologia no ENEM 2026: os assuntos que mais caem na prova
228 questões de Sociologia já caíram no ENEM entre 2009 e 2024, segundo levantamento da SAS Educação. Veja os temas e pensadores mais recorrentes na prova.
Conectivos para a redação do ENEM: guia completo da Competência 4
Conectivo errado não é erro de português, é erro de lógica. Veja os conectivos por função, os 3 critérios de coesão do INEP e os erros que travam a Competência 4 em 80 pontos.
Gráficos e tabelas no ENEM: 5 pegadinhas frequentes
Gráficos e tabelas aparecem em três áreas da prova, não só em Matemática. Veja o que a Matriz do INEP cobra e as 5 pegadinhas mais comuns ao ler os dados.
Competência 2 do ENEM: tangenciamento, fuga ao tema e repertório sociocultural
Tangenciar o tema trava a nota em 40 pontos, fugir zera a redação. Veja a escala oficial da Competência 2 e os exemplos reais do ENEM 2024 usados pelo INEP.
Competência 1 do ENEM: os erros que mais derrubam a nota
A Competência 1 vale até 200 dos 1000 pontos e pune erros de português. Veja a escala oficial do INEP e os erros de norma culta que mais custam pontos.
Competência 3 da Redação do ENEM: como montar um projeto de texto
A Competência 3 vale até 200 dos 1000 pontos e avalia se sua redação tem um projeto de texto por trás. Veja a escala oficial do INEP e como organizar seus argumentos.
O que levar no dia da prova do ENEM 2026 (checklist oficial)
Checklist oficial do ENEM 2026: documentos aceitos, regra da caneta transparente, horário dos portões e itens proibidos na sala, segundo o Edital nº 64/INEP.
Cartão de Confirmação Enem 2026: quando sai o local de prova
Quando sai o local de prova do Enem 2026 e como consultar o Cartão de Confirmação na Página do Participante com login gov.br — passo a passo e prazos.
Funções no ENEM 2026: quais tipos mais caem e como estudar cada uma
Domínio e contradomínio nunca caem no Enem, mas afim, quadrática e exponencial sim. Veja quais funções mais aparecem na prova e como estudar cada uma para o Enem 2026.
ENEM: Quantas Questões Acertar para 700, 800 ou 900 Pontos
Não existe um número fixo de acertos para cada nota no Enem — a TRI pondera dificuldade, não só quantidade. Veja faixas por curso e por área, com fontes.
Estatística e Probabilidade no ENEM 2026: o que cai e como estudar
Estatística e probabilidade é um dos 4 blocos oficiais de Matemática no Enem, mas muita gente confunde com combinatória. Veja o que a matriz do INEP realmente cobra.
Segunda Guerra Mundial no Enem 2026: causas e Holocausto
A Segunda Guerra é o 7º tema de História mais cobrado no Enem, segundo o Preparaenem. Veja causas, Holocausto, ONU, Nuremberg e a ponte para a Guerra Fria.
Guerra Fria no Enem 2026: linha do tempo e o que mais cai
A Guerra Fria dividiu o mundo entre EUA e URSS de 1947 a 1991. Veja Muro de Berlim, Crise dos Mísseis, Guerra da Coreia e por que esse tema é tão cobrado no Enem.
Juros e Porcentagem no Enem 2026: Como Cai a Matemática Financeira
Porcentagem e juros estão listados na Matriz de Referência oficial do Enem. Veja fator multiplicativo, juros simples x compostos e exercícios resolvidos passo a passo.
PA e PG no Enem 2026: Progressão Aritmética e Geométrica
PA e PG estão na Matriz de Referência oficial do Enem como 'sequências e progressões'. Veja termo geral, soma dos termos e como identificar cada uma em problemas contextualizados.
Análise Combinatória no Enem 2026: Arranjo, Combinação e Permutação
Arranjo, combinação ou permutação? A pergunta que resolve 90% da dúvida é simples: a ordem importa? Veja a diferença com exemplos e uma questão real do Enem 2023.
Figuras de Linguagem no Enem: as que mais caem na prova
O Enem raramente pede o nome da figura — pede o efeito de sentido. Veja as mais cobradas, a pegadinha metáfora x comparação e duas questões reais comentadas.
Crase no Enem: as regras que mais caem na prova e na redação
Crase é um dos erros que mais reduz a nota da Competência 1 na redação do Enem. Veja a regra geral, os casos obrigatórios, os proibidos e um exercício de fixação.