Atualizado em 28 de setembro de 2026
Voto Jovem e Abstenção Eleitoral: Repertório para o ENEM 2026
TSE registra o eleitorado mais envelhecido da história e a menor fatia de jovens já vista. Números, causas e repertório sociocultural para a redação do ENEM 2026.
Resumo — o que você vai aprender
- O eleitorado de 16 a 18 anos caiu 14,52% entre 2022 e 2026 — de 4.177.627 para 3.571.159 pessoas — e hoje representa apenas 2,25% de todos os eleitores aptos do país.
- Em termos históricos, jovens de 16 a 24 anos eram 18,2% do eleitorado em 2010 e são 12,5% em 2026 — uma queda de 22% na participação relativa, mesmo com o eleitorado total crescendo.
- O IBGE mostra que a população de 16 a 24 anos caiu 11,9% entre 2010 e 2022 — mas o peso desse grupo no eleitorado caiu ainda mais rápido, o que aponta para um problema de registro, não só demográfico.
- O comparecimento de quem já vota não caiu: jovens de 16-17 anos (voto facultativo) mantiveram taxa estável entre 80,4% e 83,1% de 2014 a 2022. O problema é gente que nunca tira o título de eleitor.
- Repertório pronto para Competência 2 em temas de cidadania, juventude e participação política — sem citar partido ou candidato.
3.571.159. É quantos eleitores de 16 a 18 anos o Brasil tem em 2026 — 606.468 a menos que em 2022, uma queda de 14,52% em apenas quatro anos. A quatro semanas do segundo turno das eleições de outubro e a seis semanas do ENEM 2026, o TSE confirma o eleitorado mais envelhecido — e proporcionalmente menos jovem — da história do país. Esse é um repertório de dados pronto para qualquer redação do ENEM sobre cidadania, juventude ou participação política.
O que os números do TSE mostram
Segundo o TSE, em dados divulgados pelo Correio Braziliense em julho de 2026, o Brasil soma 158,7 milhões de eleitores aptos para as eleições de 2026 — um crescimento de 1,46% frente aos 156,4 milhões de 2022. Até aí, nada surpreendente: o eleitorado brasileiro cresce a cada eleição. O que muda é quem compõe esse crescimento.
Os eleitores de 16 a 18 anos — a faixa mais jovem do eleitorado brasileiro — caíram de 4.177.627 pessoas em 2022 para 3.571.159 em 2026. Em termos absolutos, são 606.468 registros a menos. Em proporção, essa faixa etária representa apenas 2,25% de todo o eleitorado nacional.
Vale uma ressalva importante para quem for citar esse número na redação: o TSE divulga essa faixa agrupada, de 16 a 18 anos completos, e não separa 16-17 de 18. Isso importa porque o voto muda de regime dentro do próprio grupo — é facultativo aos 16 e 17 anos e passa a ser obrigatório a partir dos 18. Ou seja, o recuo de 14,52% mistura duas dinâmicas diferentes: gente que só se registra se quiser (16-17) e gente que é legalmente obrigada a se registrar assim que completa a maioridade (18). A reportagem de setembro, discutida mais abaixo, ajuda a separar essas duas pontas.
No outro extremo, o eleitorado de 60 anos ou mais fez o caminho inverso: passou de 32,8 milhões em 2022 para 37,4 milhões em 2026, um salto de quase 14%. Esse grupo foi de 21,02% para 23,60% do eleitorado total em apenas quatro anos — segundo a mesma reportagem.
O resultado é um eleitorado que envelhece mais rápido do que cresce — e um espaço institucional cada vez menor para quem tem 16 a 18 anos hoje.
A queda não é só de agora: o retrato de 16 anos
Olhar apenas 2022 a 2026 sugere um fenômeno recente. Mas uma segunda reportagem do Correio Braziliense, publicada em setembro de 2026, mostra que a tendência é estrutural. Em 2010, jovens de 16 a 24 anos eram 18,2% do eleitorado brasileiro. Em 2026, essa fatia caiu para 12,5% — uma queda de 22% na participação relativa em 16 anos.
Em números absolutos, o Brasil tinha 24,7 milhões de eleitores de 16 a 24 anos em 2010. Hoje são 19,2 milhões — uma perda líquida de 5,5 milhões de eleitores jovens, mesmo com o eleitorado total do país tendo crescido no mesmo período.
Não é só demografia: o Censo do IBGE isola o problema
A primeira hipótese para explicar essa queda seria puramente demográfica — o Brasil está envelhecendo, então naturalmente há menos jovens. É parte da explicação, mas não toda ela.
De acordo com o Censo do IBGE citado na reportagem de setembro, a população brasileira de 16 a 24 anos caiu de 30,66 milhões em 2010 para 27,02 milhões em 2022 — uma redução de 11,9%. A fatia desse grupo na população total também recuou, de 16,08% para 13,3%.
Aqui está o ponto central para a redação: a população jovem caiu 11,9%, mas a participação jovem no eleitorado caiu 22% no mesmo período. Se a queda fosse puramente demográfica, os dois números andariam juntos. Como a queda eleitoral é quase o dobro da queda populacional, o problema não é só "ter menos jovens" — é que uma fatia cada vez maior dos jovens que existem não está no cadastro eleitoral.
O comparecimento não caiu — o registro caiu
O dado mais contraintuitivo da reportagem de setembro é este: entre quem já vota, o comparecimento jovem não desabou.
Jovens de 16 e 17 anos, para quem o voto é facultativo, mantiveram taxa de comparecimento estável entre 80,4% e 83,1% nas eleições de 2014 a 2022. Já entre 18 e 24 anos, faixa em que o voto é obrigatório, o comparecimento caiu de 81,6% em 2014 para 78,5% em 2022 — uma queda real, mas moderada, e ainda assim comparável à da faixa mais jovem que vota por opção própria.
Essa quebra por faixa etária, feita pela reportagem de setembro, é o que permite separar as duas pontas escondidas dentro do número agregado de 16 a 18 anos do TSE de julho: quem tem 16 e 17 anos e se registra por vontade própria segue votando de forma consistente, enquanto o gargalo real está em quem chega aos 18 e deveria se cadastrar por obrigação, mas não completa esse passo a tempo.
O sociólogo Rafael da Costa, diretor acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), resume o padrão: "Uma vez inserido no cadastro eleitoral, o jovem não apresenta um comportamento de abandono das eleições." Para ele, o problema central não é a abstenção de quem já vota — é a queda no número de jovens que sequer tiram o título de eleitor.
Os próprios números do Censo confirmam essa leitura: em 2022, o IBGE contabilizou 21,2 milhões de brasileiros de 18 a 24 anos, enquanto o TSE registrava apenas 19,4 milhões de eleitores nessa faixa — uma diferença de cerca de 1,9 milhão de pessoas, ou 9% do total, que deveriam estar cadastradas por obrigatoriedade do voto e não estão.
Desconfiança nas instituições, mas não na democracia
Um dos achados mais citáveis da pesquisa da Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES), mencionada na mesma reportagem, é a combinação entre desconfiança institucional e apoio ao regime democrático: 57% dos jovens brasileiros afirmam não confiar nos partidos políticos — mas 66% ainda consideram a democracia a melhor forma de governo.
Essa combinação é um repertório valioso para a redação: mostra que o afastamento jovem não é rejeição à democracia como ideia, mas desconfiança nos mecanismos tradicionais de representação — partidos, sindicatos, política institucional. Rafael da Costa também observa que a idade mediana do brasileiro subiu de 29 para 35 anos entre 2010 e 2022, reforçando que o país como um todo está envelhecendo mais rápido do que a política consegue se renovar.
Como usar esse repertório na redação (Competência 2)
A Competência 2 do ENEM avalia a capacidade de aplicar conceitos e usar repertório sociocultural produtivo para desenvolver o tema. Esse conjunto de dados serve bem para temas de cidadania, juventude, participação política ou fortalecimento da democracia. Três formas de aplicar:
- Como diagnóstico estatístico do problema. Em vez de afirmar genericamente que "os jovens não se interessam por política", cite o dado preciso: entre 2010 e 2026, a fatia jovem do eleitorado caiu de 18,2% para 12,5% — uma queda de 22% — mesmo a população jovem tendo recuado bem menos, 11,9% no mesmo intervalo segundo o Censo.
- Como matiz do problema — não é desinteresse, é acesso. Use o dado do comparecimento estável (80,4%-83,1% entre 16-17 anos) para evitar o clichê de que "jovem não liga para política". O texto fica mais sofisticado ao mostrar que quem se registra continua votando — o gargalo está antes, no próprio cadastro eleitoral.
- Como base para a proposta de intervenção (Competência 5). Como o problema identificado é registro, e não desinteresse, a proposta de intervenção pode ser concreta: o TSE, em parceria com as secretarias estaduais de educação, promover mutirões de emissão de título eleitoral dentro das escolas de ensino médio, por meio de postos móveis no momento da matrícula, com a finalidade de reduzir o hiato entre a população jovem apta a votar e a efetivamente cadastrada — hoje estimado em cerca de 1,9 milhão de pessoas somente na faixa de 18 a 24 anos.
Esse repertório funciona bem ao lado do post sobre democracia e polarização no ENEM 2026: use os dados eleitorais aqui como evidência quantitativa e as referências institucionais lá como base conceitual. Juntos, cobrem tanto a Competência 2 (repertório) quanto a Competência 5 (proposta) de forma consistente.
O que evitar
Ao escrever sobre este tema, mantenha o texto no terreno dos dados e das instituições — o mesmo cuidado que vale para qualquer redação sobre política. Não cite partidos, siglas ou nomes de candidatos às eleições de outubro de 2026: isso pode configurar viés político e comprometer a nota, independente da qualidade da argumentação. Trate o fenômeno como o que ele é — uma questão de registro eleitoral e representação demográfica — e não como comentário sobre a disputa eleitoral em curso.
Antes de novembro de 2026, o corretor de redação do ENEM Guru avalia sua dissertação competência por competência — incluindo a solidez do repertório sociocultural (Competência 2) e a viabilidade da proposta de intervenção (Competência 5). Escreva uma redação usando esses dados sobre juventude e participação política agora e veja o diagnóstico antes da prova. Crie sua conta grátis em enemguru.com.br/sign-up.
Perguntas frequentes
Esse repertório pode ser usado em qualquer tema de cidadania na redação do ENEM?
Sim, desde que o tema toque em participação política, juventude, cidadania ou fortalecimento da democracia. Os dados do TSE e do IBGE funcionam bem como evidência estatística (Competência 2) em qualquer proposta que peça diagnóstico de um problema social ligado a engajamento cívico — não apenas em temas eleitorais.
Qual é a diferença entre este post e o artigo sobre democracia e polarização?
São repertórios complementares, não repetidos. O post sobre democracia e polarização trata de instituições e filósofos — Montesquieu, Hannah Arendt, separação dos poderes. Este post é um repertório de dados: eleitorado jovem, registro eleitoral e comparecimento, com números do TSE e do IBGE. Use o primeiro para argumento institucional e este para evidência estatística — os dois se encaixam bem numa mesma redação sobre democracia ou cidadania.
Posso citar esses números exatos na prova, como '3.571.159 eleitores'?
Pode, mas não é obrigatório nem sempre recomendado. A banca valoriza mais a compreensão do fenômeno do que a decoreba de casas decimais. É mais seguro escrever de forma aproximada e segura — 'o eleitorado de 16 a 18 anos caiu cerca de 14% em quatro anos, segundo o TSE' — do que arriscar errar um número exato sob pressão do tempo de prova.
O voto aos 16 e 17 anos é obrigatório ou facultativo no Brasil?
É facultativo. O voto só se torna obrigatório aos 18 anos e continua obrigatório até os 69 anos — entre 16 e 18 anos, e a partir dos 70, o voto é opcional. Essa diferença é justamente o que explica por que o comparecimento de 16-17 anos (que só vota quem quer) fica estatisticamente parecido com o de 18-24 anos (que é obrigado a votar): quem se registra nessa faixa mais jovem já chega motivado.
Dá para usar esse repertório numa proposta de intervenção?
Sim, e é um dos pontos fortes dele. Como os dados apontam que o problema é registro eleitoral — e não abstenção de quem já vota — a proposta de intervenção pode mirar diretamente nisso: por exemplo, o TSE, em parceria com as escolas de ensino médio, promover mutirões de tirada de título eleitoral no momento da matrícula do 3º ano, com o objetivo de reduzir o hiato entre a população jovem apta e a efetivamente registrada.
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Realismo e Naturalismo no ENEM 2026: Machado e O Cortiço
Realismo e Naturalismo dominam Linguagens no ENEM. Veja Machado de Assis, O Cortiço de Aluísio Azevedo e como resolver qualquer excerto desse período.
Poluição Informacional no ENEM 2026: deepfakes, eleições e repertório
O TSE proibiu deepfakes eleitorais em março de 2026. Entenda o que é poluição informacional, como difere de fake news e qual repertório usar na redação do ENEM.
Pré-Modernismo no ENEM 2026: Euclides, Lima Barreto e Lobato
O Pré-Modernismo vai de 1902 a 1922 e traz 4 autores que aparecem frequentemente no ENEM. Saiba quem são e o que a banca pede em cada excerto.
Barroco no ENEM 2026: Gregório de Matos e Padre Vieira
Barroco (1601–1768): os dois autores que dominam o ENEM são Gregório de Matos e Padre Vieira. Aprenda cultismo, conceptismo e como resolver qualquer excerto do período.
Parnasianismo e Simbolismo no ENEM 2026: o que cai na prova
Parnasianismo ou Simbolismo? Diferenças, autores e o que o ENEM 2026 cobra sobre Olavo Bilac, Cruz e Sousa e a poesia do fim do século XIX.
Arcadismo no ENEM 2026: Gonzaga, Basílio da Gama e o que cai
Arcadismo (1768–1836): os 4 autores, as 5 expressões latinas e o que o ENEM 2026 cobra — com foco em Marília de Dirceu, O Uraguai e a Inconfidência Mineira.
Era Vargas no ENEM 2026: fases, CLT e o que sempre cai
Getúlio Vargas ficou 15 anos no poder sem vencer eleição popular. A Era Vargas (1930–1945) é frequente no ENEM — entenda as 3 fases e o que a banca realmente cobra.
Vanguardas Europeias no ENEM 2026: Futurismo ao Surrealismo
Os 5 movimentos das Vanguardas Europeias no ENEM: Futurismo (1909) ao Surrealismo (1924), datas, artistas e a conexão com o Modernismo Brasileiro.
Quinhentismo no ENEM 2026: Pero Vaz de Caminha e Anchieta
O Quinhentismo (1500–1601) é o primeiro período literário brasileiro. O que o ENEM cobra sobre Pero Vaz de Caminha, José de Anchieta e Os Lusíadas.
Sociologia no ENEM 2026: os assuntos que mais caem na prova
228 questões de Sociologia já caíram no ENEM entre 2009 e 2024, segundo levantamento da SAS Educação. Veja os temas e pensadores mais recorrentes na prova.
Conectivos para a redação do ENEM: guia completo da Competência 4
Conectivo errado não é erro de português, é erro de lógica. Veja os conectivos por função, os 3 critérios de coesão do INEP e os erros que travam a Competência 4 em 80 pontos.
Gráficos e tabelas no ENEM: 5 pegadinhas frequentes
Gráficos e tabelas aparecem em três áreas da prova, não só em Matemática. Veja o que a Matriz do INEP cobra e as 5 pegadinhas mais comuns ao ler os dados.
Competência 2 do ENEM: tangenciamento, fuga ao tema e repertório sociocultural
Tangenciar o tema trava a nota em 40 pontos, fugir zera a redação. Veja a escala oficial da Competência 2 e os exemplos reais do ENEM 2024 usados pelo INEP.
Competência 1 do ENEM: os erros que mais derrubam a nota
A Competência 1 vale até 200 dos 1000 pontos e pune erros de português. Veja a escala oficial do INEP e os erros de norma culta que mais custam pontos.
Competência 3 da Redação do ENEM: como montar um projeto de texto
A Competência 3 vale até 200 dos 1000 pontos e avalia se sua redação tem um projeto de texto por trás. Veja a escala oficial do INEP e como organizar seus argumentos.
O que levar no dia da prova do ENEM 2026 (checklist oficial)
Checklist oficial do ENEM 2026: documentos aceitos, regra da caneta transparente, horário dos portões e itens proibidos na sala, segundo o Edital nº 64/INEP.
Cartão de Confirmação Enem 2026: quando sai o local de prova
Quando sai o local de prova do Enem 2026 e como consultar o Cartão de Confirmação na Página do Participante com login gov.br — passo a passo e prazos.
Funções no ENEM 2026: quais tipos mais caem e como estudar cada uma
Domínio e contradomínio nunca caem no Enem, mas afim, quadrática e exponencial sim. Veja quais funções mais aparecem na prova e como estudar cada uma para o Enem 2026.
ENEM: Quantas Questões Acertar para 700, 800 ou 900 Pontos
Não existe um número fixo de acertos para cada nota no Enem — a TRI pondera dificuldade, não só quantidade. Veja faixas por curso e por área, com fontes.
Estatística e Probabilidade no ENEM 2026: o que cai e como estudar
Estatística e probabilidade é um dos 4 blocos oficiais de Matemática no Enem, mas muita gente confunde com combinatória. Veja o que a matriz do INEP realmente cobra.
Segunda Guerra Mundial no Enem 2026: causas e Holocausto
A Segunda Guerra é o 7º tema de História mais cobrado no Enem, segundo o Preparaenem. Veja causas, Holocausto, ONU, Nuremberg e a ponte para a Guerra Fria.
Guerra Fria no Enem 2026: linha do tempo e o que mais cai
A Guerra Fria dividiu o mundo entre EUA e URSS de 1947 a 1991. Veja Muro de Berlim, Crise dos Mísseis, Guerra da Coreia e por que esse tema é tão cobrado no Enem.
Juros e Porcentagem no Enem 2026: Como Cai a Matemática Financeira
Porcentagem e juros estão listados na Matriz de Referência oficial do Enem. Veja fator multiplicativo, juros simples x compostos e exercícios resolvidos passo a passo.
PA e PG no Enem 2026: Progressão Aritmética e Geométrica
PA e PG estão na Matriz de Referência oficial do Enem como 'sequências e progressões'. Veja termo geral, soma dos termos e como identificar cada uma em problemas contextualizados.
Análise Combinatória no Enem 2026: Arranjo, Combinação e Permutação
Arranjo, combinação ou permutação? A pergunta que resolve 90% da dúvida é simples: a ordem importa? Veja a diferença com exemplos e uma questão real do Enem 2023.
Figuras de Linguagem no Enem: as que mais caem na prova
O Enem raramente pede o nome da figura — pede o efeito de sentido. Veja as mais cobradas, a pegadinha metáfora x comparação e duas questões reais comentadas.
Crase no Enem: as regras que mais caem na prova e na redação
Crase é um dos erros que mais reduz a nota da Competência 1 na redação do Enem. Veja a regra geral, os casos obrigatórios, os proibidos e um exercício de fixação.
Concordância verbal e nominal no Enem: as regras que mais derrubam a nota
Concordância verbal e nominal estão entre os erros gramaticais que a Competência 1 da redação do Enem penaliza — veja as regras e evite cair nelas.
Regência verbal e nominal no Enem: os erros mais cobrados
Regência entra na categoria "gramaticais" da Competência 1 da redação e nas questões de Linguagens do Enem — veja os verbos e nomes que mais derrubam a nota.
Pontuação e Vírgula no Enem: as Regras que Valem Pontos na Redação
Pontuação está entre os erros gramaticais que a Competência 1 da redação do Enem penaliza — veja as regras de vírgula que mais derrubam a nota.
Genética no Enem 2026: Leis de Mendel, Heredograma e o Que Mais Cai
Genética é presença constante em Biologia no Enem, segundo guias de revisão. Leis de Mendel, heredograma e quadro de Punnett organizados para a reta final de 2026.