Atualizado em 11 de setembro de 2026
Segunda Guerra Mundial no Enem 2026: causas e Holocausto
A Segunda Guerra é o 7º tema de História mais cobrado no Enem, segundo o Preparaenem. Veja causas, Holocausto, ONU, Nuremberg e a ponte para a Guerra Fria.
Resumo — o que você vai aprender
- Em 2008, o Enem cobrou um discurso de Neville Chamberlain (17/3/1939) sobre a Conferência de Munique — a resposta certa exigia interpretar o texto, não decorar datas.
- A Segunda Guerra Mundial ocupa a 7ª posição entre os 10 temas de História mais cobrados no Enem, segundo levantamento do Preparaenem — recorrente, mas atrás de Segundo Reinado, Ditadura Militar e Era Vargas.
- O Holocausto é abordado pela ótica dos direitos humanos: o Enem testa a compreensão do extermínio sistemático de cerca de 6 milhões de judeus e outros grupos perseguidos, não datas de campos de concentração.
- A ordem pós-guerra — ONU (1945), Julgamentos de Nuremberg e a ascensão de EUA e URSS como superpotências — é a ponte direta para a Guerra Fria, tema quase sempre cobrado em conjunto.
- Interpretação de fonte primária (discurso, cartaz, charge) pesa mais do que memorização de datas — é o padrão confirmado na questão de 2008 e nas edições seguintes.
"Sabendo-se que o compromisso assumido por Hitler em 1938, mencionado no texto, foi rompido pelo líder alemão em 1939, infere-se que..." Essa foi a pergunta do Enem 2008 (questão 60, caderno azul) depois de reproduzir um trecho de um discurso de Neville Chamberlain, primeiro-ministro britânico, proferido em 17 de março de 1939. O texto falava da Conferência de Munique de 1938, quando Chamberlain cedeu a região dos Sudetos à Alemanha nazista em troca da promessa de que aquela seria a última ambição territorial de Hitler na Europa. A resposta certa — alternativa A — exigia perceber que Hitler quebrou essa promessa e queria mais território, não decorar uma data. É exatamente assim que a Segunda Guerra Mundial aparece no Enem: como teste de interpretação, não de memorização.
Um tema recorrente, mas não o mais pesado
Segundo o levantamento do Preparaenem sobre os temas de História que mais caem no Enem, a Segunda Guerra Mundial ocupa a 7ª posição entre os 10 temas mais frequentes:
| Posição | Tema |
|---|---|
| 1º | Segundo Reinado |
| 2º | Ditadura Militar |
| 3º | Era Vargas |
| 4º | Patrimônio Histórico e Cultural |
| 5º | Brasil Colônia |
| 6º | Nova República |
| 7º | Segunda Guerra Mundial |
| 8º | Idade Média |
| 9º | Primeira República |
| 10º | Civilizações Clássicas |
Isso significa duas coisas ao mesmo tempo: o tema cai com frequência real — não é um assunto raro — mas não é a prioridade número um de revisão. Se você já estuda Era Vargas e Ditadura Militar (dois temas já cobertos em detalhe aqui no blog), a Segunda Guerra Mundial é o próximo bloco de história mundial que vale reforçar, sem tirar tempo dos temas de maior peso no ranking.
O Preparaenem descreve a Segunda Guerra como "um dos assuntos de História mais abordados no Enem" — e a razão é simples: o conflito conecta política, economia, direitos humanos e relações internacionais em um único evento, o que dá à banca muito material de fonte primária para explorar.
Causas: o que veio antes da guerra
A Segunda Guerra Mundial não começa em 1939 do nada. O Preparaenem afirma que "um bom entendimento da Segunda Guerra Mundial depende" do período entreguerras — os vinte anos entre o fim da Primeira Guerra (1918) e o início da Segunda (1939).
Três peças montam esse cenário:
- Tratado de Versalhes (1919). A Alemanha derrotada na Primeira Guerra foi obrigada a pagar reparações pesadas, perder território e reduzir drasticamente suas forças armadas. O ressentimento nacional com essas condições virou terreno fértil para discursos de revanche.
- Crise econômica. A quebra da bolsa de Nova York em 1929 espalhou desemprego e instabilidade pela Europa, inclusive na Alemanha — condição que discursos extremistas souberam explorar.
- Ascensão do nazismo. Adolf Hitler chega ao poder em 1933 prometendo restaurar a força alemã, romper as amarras de Versalhes e expandir o território do país — o que ele já sinalizava antes mesmo de invadir a Polônia em 1939.
É esse encadeamento — humilhação pós-1918, colapso econômico, discurso nacionalista — que o Enem costuma testar quando traz um texto de propaganda ou discurso do período. A questão de 2008 sobre Chamberlain é um exemplo direto: ela só faz sentido se o estudante souber que a política de apaziguamento (ceder território para evitar guerra) fracassou porque subestimou até onde iam as ambições de Hitler.
O Holocausto: direitos humanos, não história militar
Quando o Enem aborda o Holocausto, a régua não é contar batalhas — é direitos humanos e memória histórica. O Proenem resume o Holocausto como o "extermínio sistemático de cerca de 6 milhões de judeus e outros grupos" — incluindo ciganos, pessoas com deficiência e outras minorias perseguidas pelo regime nazista.
Esse enquadramento importa para quem estuda para a prova: o Enem tende a conectar o Holocausto a questões maiores sobre preconceito, discurso de ódio e violação de direitos humanos, temas que aparecem tanto em História quanto potencialmente na redação. Entender o Holocausto como o evento que definiu a linguagem internacional de direitos humanos do pós-guerra é mais útil para a prova do que decorar o nome de campos de concentração isoladamente.
Os eventos que o Enem já usou como referência
O Preparaenem lista explicitamente os acontecimentos que já apareceram em questões: "o lançamento das bombas atômicas, o Dia D, a Batalha de Stalingrado, os acordos realizados nas conferências feitas pelos Aliados". Vale conhecer o que cada um representa:
- Dia D (6 de junho de 1944). O desembarque aliado na Normandia, na França, abriu a chamada Frente Ocidental contra a Alemanha nazista — o começo do fim para o regime de Hitler na Europa Ocidental.
- Batalha de Stalingrado (1942-1943). A derrota alemã na União Soviética foi o ponto de virada na Frente Oriental, com perdas humanas em escala massiva dos dois lados.
- Bombas atômicas (agosto de 1945). Os Estados Unidos lançaram bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, levando o Japão a se render e encerrando o conflito — e abrindo a era da corrida armamentista nuclear que definiria a Guerra Fria.
- Conferências dos Aliados (como Yalta e Potsdam). Reuniões entre as potências vencedoras que já discutiam como seria dividido o mundo do pós-guerra — a raiz direta da divisão em blocos que viraria a Guerra Fria.
Além dos eventos militares e diplomáticos, o Preparaenem também aponta que "a repercussão da Segunda Guerra na cultura popular já foi cobrada no Enem" — cinema, literatura e outras formas como a sociedade processou o trauma do conflito depois de 1945 também entram como possível fonte de questão.
A ordem pós-guerra: ONU, Nuremberg e a ponte para a Guerra Fria
O fim da guerra em 1945 não foi só o fim de um conflito — foi a criação de uma nova ordem mundial. O Proenem descreve essa reconfiguração como "a emergência dos EUA e da URSS como superpotências, criação da ONU (1945), descolonização da Ásia e África, julgamentos de Nuremberg (...) e o início da Guerra Fria".
Três peças dessa reconfiguração merecem atenção:
- ONU (1945). A Organização das Nações Unidas nasceu para evitar que um conflito da escala da Segunda Guerra se repetisse, substituindo a fracassada Liga das Nações da era entreguerras.
- Julgamentos de Nuremberg. Segundo o Proenem, os julgamentos "estabeleceram o conceito de crimes contra a humanidade" — a ideia de que líderes podem ser responsabilizados juridicamente por atrocidades cometidas em nome de um Estado, mesmo que a legislação daquele país permitisse o ato na época. Esse conceito ainda estrutura o direito internacional contemporâneo.
- Bipolaridade EUA-URSS. Com a derrota do Eixo, apenas duas potências saíram fortalecidas o suficiente para disputar influência global: os Estados Unidos, capitalistas, e a União Soviética, socialista. Essa disputa virou a Guerra Fria — corrida armamentista, divisão da Europa e conflitos por procuração em lugares como Coreia, Vietnã e Cuba.
Por isso a Segunda Guerra Mundial quase nunca é cobrada isolada no Enem: ela é a porta de entrada para entender a Guerra Fria, e uma questão pode perfeitamente pedir para conectar as duas coisas em um único enunciado.
O Brasil na guerra: um parágrafo, não o foco
O Brasil não ficou de fora do conflito. Segundo o Blog do Exército Brasileiro, o país declarou beligerância contra Alemanha e Itália em agosto de 1942, depois que submarinos do Eixo afundaram navios civis brasileiros no Atlântico, matando centenas de pessoas. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) combateu ao lado dos Aliados na campanha da Itália entre 1944 e 1945.
Esse é o ângulo que mais aparece quando o Enem cruza Segunda Guerra Mundial com história do Brasil — mas o contexto completo, incluindo o que essa participação significou dentro do Estado Novo de Getúlio Vargas, já está detalhado no post sobre a Era Vargas no Enem. Vale ler os dois textos em conjunto se o seu objetivo é história do Brasil no século XX.
Como estudar: interpretação antes de data
O padrão se repete em toda questão de Segunda Guerra Mundial que já caiu no Enem: a prova entrega um discurso, uma charge, um cartaz de propaganda ou um trecho de conferência, e pede para o estudante relacionar aquele texto com o contexto histórico — não para recitar uma data de cabeça.
Um roteiro simples de revisão:
- Leia a linha do tempo uma vez, sem decorar. Ascensão do nazismo → Conferência de Munique (1938) → invasão da Polônia (1939) → Stalingrado (1942-43) → Dia D (1944) → bombas atômicas e rendição do Japão (1945) → ONU e Nuremberg (1945) → início da Guerra Fria. O objetivo é entender a sequência de causa e efeito, não gravar os números.
- Pratique com fonte primária. Procure discursos, cartazes de propaganda e fotos de época — como o discurso de Chamberlain usado no Enem 2008 — e treine identificar o que o autor do texto está defendendo e o que a banca pode estar testando por trás disso.
- Conecte com o presente. O conceito de "crimes contra a humanidade" de Nuremberg e a criação da ONU continuam presentes em discussões atuais sobre direitos humanos e conflitos internacionais — o Enem gosta de ligar história com atualidade, especialmente na redação.
Pratique com questões reais de História
A Segunda Guerra Mundial é um tema recorrente, mas ele só rende pontos se você souber interpretar fonte histórica sob pressão de tempo — que é exatamente o que o Enem cobra. Praticar com questões reais de Ciências Humanas do Enem organizadas por assunto é a forma mais direta de treinar esse tipo de leitura antes do dia da prova. O ENEM Guru oferece 30 questões grátis por dia, com explicação passo a passo em português para cada item que você errar.
Ciências Humanas · ENEM 2024
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Perguntas frequentes
A Segunda Guerra Mundial cai muito no Enem?
Cai de forma recorrente, mas não é o tema de maior peso. Segundo o ranking do [Preparaenem](https://www.preparaenem.com/enem/temas-de-historia-que-mais-caem-no-enem.htm) sobre os 10 temas de História que mais aparecem no Enem, a Segunda Guerra Mundial ocupa a 7ª posição — atrás de Segundo Reinado (1º), Ditadura Militar (2º) e Era Vargas (3º), mas à frente de Idade Média, Primeira República e Civilizações Clássicas.
O Enem cobra datas da Segunda Guerra Mundial?
Raramente de forma isolada. A questão de 2008 sobre o discurso de Chamberlain não pedia para saber uma data solta — pedia para interpretar o que a quebra de um compromisso de 1938 revelava sobre as ambições territoriais de Hitler em 1939. O padrão do Enem é testar leitura de fonte histórica (discurso, cartaz, charge, foto), não cronologia decorada.
Como o Enem aborda o Holocausto?
Pela ótica dos direitos humanos e da memória histórica, não como história militar. O [Proenem](https://enem.proenem.com.br/segunda-guerra-mundial-enem/) descreve o Holocausto como o "extermínio sistemático de cerca de 6 milhões de judeus e outros grupos" (ciganos, homossexuais, pessoas com deficiência) — a prova tende a explorar esse extermínio como violação de direitos humanos e como episódio central para entender por que a ONU nasceu com a linguagem de direitos que tem hoje.
O que ligou o fim da Segunda Guerra à Guerra Fria?
A reconfiguração de poder de 1945. Com a derrota do Eixo, Estados Unidos e União Soviética emergiram como as duas superpotências do pós-guerra — uma capitalista, outra socialista — e essa polarização virou a Guerra Fria (bipolaridade, corrida armamentista, conflitos por procuração como Coreia, Vietnã e Cuba). O [Proenem](https://enem.proenem.com.br/segunda-guerra-mundial-enem/) resume esse encadeamento diretamente: fim da guerra leva à emergência de EUA e URSS como superpotências e ao início da Guerra Fria.
O que foram os Julgamentos de Nuremberg e por que o Enem cobra isso?
Foram os julgamentos que a ordem pós-guerra usou para responsabilizar líderes nazistas por crimes cometidos durante o conflito — e que, segundo o [Proenem](https://enem.proenem.com.br/segunda-guerra-mundial-enem/), "estabeleceram o conceito de crimes contra a humanidade". O Enem cobra esse conceito porque ele ainda organiza o direito internacional contemporâneo: é a base jurídica que depois sustenta tribunais internacionais para outros genocídios e conflitos.
O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial?
Sim. O Brasil declarou beligerância com Alemanha e Itália em agosto de 1942, depois que submarinos do Eixo afundaram navios civis brasileiros no Atlântico com centenas de mortos, conforme registra o [Blog do Exército Brasileiro](https://eblog.eb.mil.br/en/w/agosto-de-1942-o-brasil-entra-na-2-guerra-mundial). A Força Expedicionária Brasileira (FEB) combateu na campanha da Itália ao lado dos Aliados em 1944-1945 — o contexto completo dessa participação, incluindo o que ela significou dentro do Estado Novo de Vargas, está no [post sobre a Era Vargas no Enem](/blog/era-vargas-enem-2026-historia-brasil).
Qual é a melhor forma de estudar Segunda Guerra Mundial para o Enem?
Treinar interpretação de fonte primária — discurso, cartaz de propaganda, charge, foto de época — em vez de decorar uma linha do tempo. A questão de 2008 sobre Chamberlain é o modelo: o texto já traz a informação, e a prova testa se você consegue relacionar o que ele diz com o contexto histórico ao redor. Praticar com [questões reais de Ciências Humanas do Enem](/questoes/area/ciencias-humanas) treina exatamente esse tipo de leitura.
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29% dos brasileiros são analfabetos funcionais, aponta o Inaf 2024. Veja dados, repertório e como estruturar sua redação sobre acesso à leitura no ENEM 2026.
Democracia pode cair no ENEM 2026: prepare sua redação
Com eleições em outubro e ENEM 14 dias depois, democracia é o tema mais urgente de 2026. Repertório, argumentos e proposta de intervenção prontos.
Durkheim, Marx e Weber no ENEM 2026: o que cada um defende
Durkheim, Marx e Weber respondem por boa parte das questões de Sociologia no ENEM. Saiba o conceito central de cada um e como diferenciá-los na prova.
Filosofia no ENEM 2026: os 8 filósofos que mais caem e o que estudar
Contratualismo, Filosofia Antiga e Kant dominam as questões de Filosofia em Humanas. Saiba o que o ENEM cobra de cada filósofo e como não travar no dia da prova.
Racismo estrutural no ENEM 2026: dados reais e como argumentar
77% das vítimas de homicídio no Brasil em 2024 eram negras. Aprenda a argumentar sobre racismo estrutural com dados do Atlas da Violência (IPEA) e Silvio Almeida.
Modernismo no ENEM 2026: as 3 fases e os autores essenciais
Modernismo domina as questões de literatura no ENEM. Conheça as 3 fases, os autores mais cobrados em cada uma e como interpretar excertos modernistas na prova.
Romantismo no ENEM 2026: as 3 gerações e autores essenciais
O Romantismo brasileiro tem 3 gerações com estilos opostos. Entenda quais autores caem no ENEM em cada fase e como interpretar excertos românticos.
Realismo e Naturalismo no ENEM 2026: Machado e O Cortiço
Realismo e Naturalismo dominam Linguagens no ENEM. Veja Machado de Assis, O Cortiço de Aluísio Azevedo e como resolver qualquer excerto desse período.
Poluição Informacional no ENEM 2026: deepfakes, eleições e repertório
O TSE proibiu deepfakes eleitorais em março de 2026. Entenda o que é poluição informacional, como difere de fake news e qual repertório usar na redação do ENEM.
Pré-Modernismo no ENEM 2026: Euclides, Lima Barreto e Lobato
O Pré-Modernismo vai de 1902 a 1922 e traz 4 autores que aparecem frequentemente no ENEM. Saiba quem são e o que a banca pede em cada excerto.
Barroco no ENEM 2026: Gregório de Matos e Padre Vieira
Barroco (1601–1768): os dois autores que dominam o ENEM são Gregório de Matos e Padre Vieira. Aprenda cultismo, conceptismo e como resolver qualquer excerto do período.
Parnasianismo e Simbolismo no ENEM 2026: o que cai na prova
Parnasianismo ou Simbolismo? Diferenças, autores e o que o ENEM 2026 cobra sobre Olavo Bilac, Cruz e Sousa e a poesia do fim do século XIX.
Arcadismo no ENEM 2026: Gonzaga, Basílio da Gama e o que cai
Arcadismo (1768–1836): os 4 autores, as 5 expressões latinas e o que o ENEM 2026 cobra — com foco em Marília de Dirceu, O Uraguai e a Inconfidência Mineira.
Era Vargas no ENEM 2026: fases, CLT e o que sempre cai
Getúlio Vargas ficou 15 anos no poder sem vencer eleição popular. A Era Vargas (1930–1945) é frequente no ENEM — entenda as 3 fases e o que a banca realmente cobra.
Vanguardas Europeias no ENEM 2026: Futurismo ao Surrealismo
Os 5 movimentos das Vanguardas Europeias no ENEM: Futurismo (1909) ao Surrealismo (1924), datas, artistas e a conexão com o Modernismo Brasileiro.
Quinhentismo no ENEM 2026: Pero Vaz de Caminha e Anchieta
O Quinhentismo (1500–1601) é o primeiro período literário brasileiro. O que o ENEM cobra sobre Pero Vaz de Caminha, José de Anchieta e Os Lusíadas.
Sociologia no ENEM 2026: os assuntos que mais caem na prova
228 questões de Sociologia já caíram no ENEM entre 2009 e 2024, segundo levantamento da SAS Educação. Veja os temas e pensadores mais recorrentes na prova.
Conectivos para a redação do ENEM: guia completo da Competência 4
Conectivo errado não é erro de português, é erro de lógica. Veja os conectivos por função, os 3 critérios de coesão do INEP e os erros que travam a Competência 4 em 80 pontos.
Gráficos e tabelas no ENEM: 5 pegadinhas frequentes
Gráficos e tabelas aparecem em três áreas da prova, não só em Matemática. Veja o que a Matriz do INEP cobra e as 5 pegadinhas mais comuns ao ler os dados.
Competência 2 do ENEM: tangenciamento, fuga ao tema e repertório sociocultural
Tangenciar o tema trava a nota em 40 pontos, fugir zera a redação. Veja a escala oficial da Competência 2 e os exemplos reais do ENEM 2024 usados pelo INEP.
Competência 1 do ENEM: os erros que mais derrubam a nota
A Competência 1 vale até 200 dos 1000 pontos e pune erros de português. Veja a escala oficial do INEP e os erros de norma culta que mais custam pontos.
Competência 3 da Redação do ENEM: como montar um projeto de texto
A Competência 3 vale até 200 dos 1000 pontos e avalia se sua redação tem um projeto de texto por trás. Veja a escala oficial do INEP e como organizar seus argumentos.
O que levar no dia da prova do ENEM 2026 (checklist oficial)
Checklist oficial do ENEM 2026: documentos aceitos, regra da caneta transparente, horário dos portões e itens proibidos na sala, segundo o Edital nº 64/INEP.
Cartão de Confirmação Enem 2026: quando sai o local de prova
Quando sai o local de prova do Enem 2026 e como consultar o Cartão de Confirmação na Página do Participante com login gov.br — passo a passo e prazos.
Funções no ENEM 2026: quais tipos mais caem e como estudar cada uma
Domínio e contradomínio nunca caem no Enem, mas afim, quadrática e exponencial sim. Veja quais funções mais aparecem na prova e como estudar cada uma para o Enem 2026.
ENEM: Quantas Questões Acertar para 700, 800 ou 900 Pontos
Não existe um número fixo de acertos para cada nota no Enem — a TRI pondera dificuldade, não só quantidade. Veja faixas por curso e por área, com fontes.
Estatística e Probabilidade no ENEM 2026: o que cai e como estudar
Estatística e probabilidade é um dos 4 blocos oficiais de Matemática no Enem, mas muita gente confunde com combinatória. Veja o que a matriz do INEP realmente cobra.