Atualizado em 28 de junho de 2026

Neurodivergência ENEM 2026: dados e proposta de intervenção

2,4 mi de brasileiros têm diagnóstico de TEA e entre 5% e 8% das crianças têm TDAH. Censo 2022, repertório filosófico e proposta de intervenção para a redação do ENEM 2026.

Resumo — o que você vai aprender

  • O Censo Demográfico 2022 do IBGE identificou pela primeira vez 2,4 milhões de brasileiros com diagnóstico de autismo (TEA) — 1,2% da população, sendo 1,1 milhão de crianças de 0 a 14 anos.
  • Neurodivergência engloba TEA, TDAH, dislexia, discalculia e outras variações neurológicas: entre 5% e 8% das crianças e adolescentes têm TDAH, segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA).
  • O Brasil tem legislação: a Lei Berenice Piana (Lei 12.764/2012) garante direitos básicos às pessoas com autismo, e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) exige adaptação razoável em escolas e empregos.
  • A distância entre a letra da lei e a realidade das salas de aula — ausência de profissionais de apoio, ambientes que não se adaptam, diagnósticos tardios — é o argumento central para a redação.
  • Para a proposta de intervenção nota 1000 não basta dizer 'o governo deve incluir': precisa ter agente, ação, meio, finalidade e efeito — e há espaço para uma proposta robusta com os instrumentos já existentes.

Em uma sala de 30 alunos do ensino médio, a estatística indica que ao menos dois têm TDAH — e a maioria nunca recebeu diagnóstico formal. Um ou dois processam texto de modo atípico por conta de dislexia. E pelo menos um tem autismo (TEA): condição que, até o Censo 2022, o próprio IBGE jamais havia quantificado em escala nacional. Quando os dados vieram, surpreenderam: 2,4 milhões de brasileiros convivem com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista — 1,2% da população inteira, de acordo com o Censo Demográfico 2022 do IBGE.

Para quem está se preparando para novembro, esses números não são apenas curiosidade: neurodivergência está entre as apostas mais sólidas de tema de redação do ENEM 2026. O perfil é clássico do que o INEP escolhe — cruza direitos humanos, saúde pública, educação e demanda por política pública concreta. E o candidato que chegar com dados reais, lei citada e proposta robusta vai sair na frente de quem só souber dizer "o governo deve incluir essas pessoas".

O que é neurodivergência

O termo neurodivergência não descreve uma única condição, mas um conjunto de variações neurológicas que diferem do funcionamento considerado "típico" pela maioria. As condições mais comuns incluídas nessa categoria são:

  • TEA (Transtorno do Espectro Autista): variações na comunicação social, padrões de comportamento repetitivos e interesses intensos; o espectro vai do que era chamado de "autismo de alto funcionamento" até formas que exigem suporte contínuo.
  • TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade): dificuldade em sustentar atenção, impulsividade e/ou hiperatividade que afetam aprendizagem, organização e relacionamentos.
  • Dislexia: processamento atípico da leitura e escrita, sem relação com inteligência ou esforço.
  • Discalculia: dificuldade específica com números e operações matemáticas.
  • Síndrome de Tourette e alguns casos de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) também integram o espectro em algumas definições clínicas e jurídicas.

O ponto crítico para a redação do ENEM: neurodivergência não é sinônimo de deficiência intelectual. Pessoas com TEA ou TDAH podem ter inteligência média, alta ou muito alta — e, ainda assim, enfrentam barreiras estruturais enormes em escolas e empregos projetados para um único modelo de funcionamento. Essa distinção é importante porque o argumento que funciona não é de incapacidade, mas de exclusão estrutural.

O que o Censo 2022 revelou

O Censo Demográfico 2022 incluiu pela primeira vez uma pergunta sobre diagnóstico de autismo. Foi um marco: o Brasil nunca tinha contabilizado oficialmente quantas pessoas vivem com TEA. O resultado revelou 2,4 milhões de brasileiros com diagnóstico — sendo 1,1 milhão de crianças de 0 a 14 anos.

Dados por faixa etária

Faixa etáriaPrevalência de TEA (Censo 2022 / IBGE)
0 a 4 anos2,1%
5 a 9 anos2,6%
10 a 14 anos1,9%
15 a 19 anos1,3%
Total geral1,2%

A prevalência é maior nos grupos mais jovens — e há uma razão para isso: diagnósticos mais precoces nas gerações mais recentes. Mas o número provavelmente subestima a realidade: o Censo captou apenas diagnósticos formalizados, e muitos brasileiros com autismo, especialmente os de menor renda, nunca tiveram acesso a uma avaliação diagnóstica.

A distribuição por sexo confirma um padrão já conhecido: 1,4 milhão de homens (1,5% da população masculina) contra 1,0 milhão de mulheres (0,9%). A diferença é atribuída em parte ao fenômeno do mascaramento feminino — meninas aprendem mais cedo a esconder sintomas autistas para se encaixar socialmente, atrasando ou impedindo o diagnóstico.

Sobre o TDAH, a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) estima que entre 5% e 8% das crianças e adolescentes têm o transtorno, com 70% das crianças diagnosticadas apresentando pelo menos uma comorbidade. Somando TEA, TDAH, dislexia e outras condições, estimativas conservadoras indicam que ao menos um em cada dez estudantes brasileiros convive com alguma forma de neurodivergência — e a maioria não recebe o suporte que a lei garante.

Se você quer treinar questões de Ciências Humanas com contextos como esse, o ENEM Guru organiza o banco de questões por tema para que você pratique exatamente o que mais cai.

A legislação: o que existe e o que ainda falta

O Brasil tem leis. O problema central é a distância entre o texto legal e a realidade das salas de aula e dos processos seletivos.

Lei Berenice Piana — Lei 12.764/2012

A Lei 12.764/2012, apelidada de Lei Berenice Piana, foi o primeiro marco legal específico para direitos das pessoas com autismo no Brasil. Ela determina que:

  • Pessoas com TEA são consideradas pessoas com deficiência para todos os efeitos legais;
  • Há direito a diagnóstico precoce, tratamento e terapias pelo SUS;
  • Há direito à educação inclusiva em escola regular — e nenhuma escola pode recusar matrícula por causa do diagnóstico;
  • Em caso de comprovada necessidade, o aluno com TEA tem direito a um acompanhante especializado dentro da sala de aula, custeado pelo poder público.

Lei Brasileira de Inclusão — Lei 13.146/2015

A Lei 13.146/2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão (LBI) ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, ampliou o escopo para todas as formas de deficiência — incluindo as neurológicas. O conceito central da LBI é a adaptação razoável: a obrigação de escolas, empregadores e serviços públicos de se ajustarem para garantir participação plena da pessoa com deficiência, sem impor ônus desproporcional.

O descompasso existe: apesar dessas leis, a maioria das escolas públicas brasileiras ainda não conta com profissionais de apoio especializados para alunos com necessidades educativas específicas, e a fiscalização do cumprimento das obrigações é fragmentada entre municípios, estados e União.

Onde a inclusão falha na prática

Na escola

O modelo escolar brasileiro foi construído sobre uma premissa implícita: todos os alunos aprendem do mesmo jeito, no mesmo ritmo, pelo mesmo método. Para estudantes neurodivergentes, isso cria barreiras que não têm a ver com capacidade — têm a ver com formato:

  • Avaliações exclusivamente escritas e cronometradas penalizam quem tem dislexia e TDAH;
  • Ambientes com ruído excessivo geram sobrecarga sensorial para alunos com TEA;
  • A exigência de "ficar sentado e prestar atenção" durante 50 minutos ignora a neurologia do TDAH;
  • Sem profissional de apoio, o aluno neurodivergente enfrenta a sala de aula à própria sorte — e frequentemente é rotulado de preguiçoso, difícil ou desinteressado.

A ausência de diagnóstico agrava tudo: sem diagnóstico formal, não há acesso a adaptações previstas em lei, não há suporte pedagógico e o ciclo de fracasso escolar se retroalimenta.

No mercado de trabalho

A Lei 8.213/1991 (Lei de Cotas) obriga empresas com 100 ou mais funcionários a reservar entre 2% e 5% das vagas para pessoas com deficiência — o que, em tese, inclui neurodivergentes legalmente reconhecidos. Na prática, muitas empresas ainda associam "deficiência" exclusivamente a condições físicas visíveis. Pessoas com autismo, TDAH severo e dislexia frequentemente ficam à margem dos programas de inclusão e das cotas, seja por falta de diagnóstico formal, seja por desconhecimento do empregador sobre as obrigações legais.

Repertório para argumentar na redação

Filosofia e ciências sociais

Michel Foucault oferece o repertório mais poderoso para este tema. Em Vigiar e Punir (1975) e na série de aulas Os Anormais (1974-1975), Foucault analisa como as instituições modernas — escola, hospital, prisão — constroem e normalizam o conceito de "anormalidade" para disciplinar corpos e mentes que não se encaixam no padrão produtivo. A lógica é transferível diretamente para a neurodivergência: o funcionamento atípico não é inferior, é diferente; o problema é que a instituição foi projetada para excluí-lo.

Exemplo de uso na redação:

"O filósofo Michel Foucault, ao analisar as instituições modernas em 'Vigiar e Punir' (1975), demonstrou como o conceito de normalidade é uma construção social que serve para disciplinar e excluir modos de existir que não se alinham ao padrão dominante. A escola que rotula o aluno com TDAH como 'indisciplinado' e o estudante com dislexia como 'preguiçoso' reproduz essa lógica: o problema não está no sujeito, mas no formato da instituição."

O modelo social da deficiência, surgido nos disability studies nos anos 1970, distingue a condição da pessoa (variação neurológica) da deficiência produzida pela sociedade (barreiras físicas, pedagógicas e atitudinais que impedem a participação). Esse modelo é a base conceitual da Lei Brasileira de Inclusão de 2015 e pode ser citado para argumentar que a exclusão não é inevitável — é uma escolha de design social.

Como usar os dados com elegância (Competência 2)

Um exemplo de citação que funciona na Competência 2:

"O Censo Demográfico 2022, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou pela primeira vez 2,4 milhões de brasileiros com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista — 1,2% da população —, evidenciando a dimensão de uma crise de inclusão silenciosa, invisível nos indicadores oficiais de educação e emprego."

Identifique a fonte pelo nome completo (IBGE) e o instrumento (Censo Demográfico 2022): isso satisfaz o critério de "repertório legitimado" da Competência 2 sem precisar memorizar URLs.

Para praticar escrever sobre neurodivergência e receber feedback específico por competência, use o corretor de redação do ENEM Guru — você escreve e a plataforma aponta exatamente qual competência precisa de ajuste.

Como construir a proposta de intervenção nota 1000

A proposta de intervenção é a Competência 5 e precisa de cinco elementos explícitos: agente, ação, meio, finalidade e efeito esperado. Propostas genéricas ("o governo deve incluir as pessoas") zeram ou reduzem muito a nota.

Para o tema neurodivergência, há dois caminhos robustos:

Proposta 1 — Escola e formação de professores

"O Ministério da Educação (MEC), em articulação com estados e municípios, deve implementar formação continuada e remunerada de profissionais de apoio escolar especializados em neurodivergência (agente e ação), por meio da revisão da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e de linha orçamentária específica no FUNDEB (meio), a fim de garantir que cada aluno neurodivergente da rede pública tenha suporte pedagógico individualizado (finalidade), reduzindo o abandono escolar nesse grupo e efetivando o direito à educação inclusiva previsto na Lei Brasileira de Inclusão (efeito esperado)."

Proposta 2 — Diagnóstico precoce via SUS

"O Ministério da Saúde deve ampliar o financiamento e a cobertura dos Centros de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSij) e das equipes multiprofissionais nas Unidades Básicas de Saúde (agente e ação), por meio de metas de diagnóstico precoce integradas ao Programa Saúde na Escola (meio), a fim de garantir que crianças neurodivergentes de baixa renda recebam avaliação e acompanhamento antes da idade escolar (finalidade), prevenindo o agravamento das dificuldades e assegurando o direito ao diagnóstico previsto na Lei 12.764/2012 (efeito esperado)."

Em ambos os casos, os cinco elementos estão presentes e interligados — e os agentes e instrumentos citados são reais, o que eleva a credibilidade do argumento perante a banca.


Neurodivergência combina inclusão, saúde pública, educação e direitos humanos num único tema — e tem embasamento legal sólido para uma proposta de intervenção concreta. O trabalho agora é passar do dado para o argumento coerente. Se você quer treinar antes de novembro, o ENEM Guru oferece correção de redação por IA com feedback detalhado por competência e um banco de questões de atualidades para que o tema não te pegue de surpresa na parte objetiva.

Perguntas frequentes

Neurodivergência já foi tema da redação do ENEM?

Não diretamente. O ENEM 2020 teve o tema 'O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira' — próximo, mas com foco distinto. Inclusão escolar de pessoas com necessidades especiais apareceu em questões objetivas, mas nunca foi o tema central da redação. Isso coloca neurodivergência como candidato legítimo para novembro de 2026: o INEP valoriza temas atuais, com embasamento legal recente e demanda por política pública concreta.

Qual a diferença entre neurodivergência e deficiência intelectual?

Neurodivergência se refere a variações no processamento neurológico que não implicam menor capacidade intelectual: pessoas com TEA, TDAH ou dislexia podem ter inteligência média, alta ou muito alta. Deficiência intelectual (DI) envolve limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo. As condições podem coexistir, mas não são sinônimas — um estudante com TDAH não tem deficiência intelectual e pode, inclusive, ter altas habilidades.

O que é capacitismo e como usá-lo como argumento na redação?

Capacitismo (do inglês ableism) é o conjunto de preconceitos, práticas e estruturas sociais que discriminam pessoas com deficiência ou funcionamento atípico ao pressupor que o modo 'padrão' é superior. Na redação, use assim: 'O capacitismo estrutural — que naturaliza um modelo único de aprender e produzir — é a raiz do problema: enquanto a escola não reconhecer a neurodivergência como variação legítima, qualquer lei de inclusão permanecerá letra morta.' O conceito dialoga com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e com o modelo social de deficiência.

Como citar a Lei Berenice Piana na redação do ENEM?

A forma correta é: 'A Lei Berenice Piana (Lei 12.764/2012) determina que pessoas com autismo sejam consideradas pessoas com deficiência para todos os efeitos legais, garantindo acesso à educação inclusiva, tratamento pelo SUS e proteção contra discriminação.' Cite o nome popular e o número da lei — o ENEM aceita ambos como repertório legitimado na Competência 2.

A falta de diagnóstico afeta o desempenho no ENEM?

Sim. Sem diagnóstico formal, o estudante neurodivergente não tem acesso ao atendimento especializado que o INEP oferece — tempo extra, sala separada, ledor, transcritor ou outros recursos. Além disso, anos de escolaridade sem suporte pedagógico adequado deixam lacunas de aprendizagem que se acumulam. O diagnóstico precoce, garantido pela Lei 12.764/2012 pelo SUS, é a porta de entrada para que o estudante receba o suporte ao qual tem direito.

Como fazer a proposta de intervenção sobre neurodivergência no ENEM?

A proposta precisa de cinco elementos: agente, ação, meio, finalidade e efeito. Exemplo: 'O Ministério da Educação (MEC), em articulação com estados e municípios, deve implementar formação continuada de profissionais de apoio escolar especializados em neurodivergência, por meio da revisão da Política Nacional de Educação Especial e de financiamento pelo FUNDEB, a fim de garantir suporte pedagógico individualizado a cada aluno neurodivergente da rede pública, reduzindo o abandono escolar e efetivando o direito à educação inclusiva previsto na Lei 13.146/2015.' Evite propostas genéricas — o ENEM penaliza vagueza na Competência 5.

Tenha sua redação corrigida nas 5 competências do ENEM

A IA do ENEM Guru avalia competência por competência: proposta de intervenção, coesão, repertório e mais. Resultado em menos de 2 minutos.

Corrigir minha redação →

Leia também

Próximas leituras

Como tirar nota 1000 na redação do ENEM 2026: guia das 5 competências

Tirar 1000 na redação do ENEM exige dominar 5 competências, cada uma valendo até 200 pontos. Veja o guia completo com o que os avaliadores observam em cada uma.

Cronograma de estudos para o ENEM 2026: 6 meses, 30 dias e do zero

Guia prático com 3 cronogramas para o ENEM 2026: 6 meses (completo), 30 dias (intensivo) e do zero (emergência). Com divisão por área, matéria e frequência semanal.

TRI do ENEM explicada 2026: como funciona e por que sua nota não é só acertos

A TRI do ENEM calcula sua nota com base em 3 parâmetros por item, não só em quantas questões você acertou. Entenda como funciona e o que isso muda na estratégia de prova.

Os 5 erros mais comuns na redação do ENEM 2026: análise das 5 competências

Análise dos 5 erros que mais aparecem nas redações do ENEM, com exemplos reais e como evitar cada um. Em 2024, apenas 12 candidatos atingiram nota 1000.

Edital ENEM 2026: datas, inscrições, taxa e o que mudou

Inscrições abertas de 25/05 a 05/06, taxa de R$ 85, provas em 8 e 15 de novembro. Veja o calendário completo e as 3 mudanças inéditas do Edital nº 64/INEP.

Temas prováveis da redação ENEM 2026: 7 apostas e argumentos

O ENEM 2025 surpreendeu com envelhecimento. Veja os 7 temas mais prováveis para novembro de 2026, com justificativa, estrutura de argumento e repertório pronto para cada um.

O que cai na Matemática do ENEM 2026: análise por assunto

5 assuntos somam cerca de três quartos das questões de Matemática do ENEM desde 2009. Veja quais são, o que apareceu em 2025 e onde não gastar seu tempo.

Ciências da Natureza no ENEM 2026: o que estudar em cada disciplina

A área com menor média do ENEM 2024: 495 pontos. Veja os assuntos de Física, Química e Biologia que mais caem e como montar a estratégia certa por disciplina.

O que cai em Linguagens no ENEM 2026: análise por assunto

528 pontos: média de Linguagens em 2024. Veja os blocos de maior recorrência nas 45 questões, o que o ENEM 2025 trouxe de novo e como distribuir o tempo de estudo.

O que cai em Ciências Humanas no ENEM 2026: análise por assunto

517 pontos de média em 2024, sem fórmulas nem calculadora. Análise dos tópicos mais cobrados em História, Geografia, Filosofia e Sociologia nas 45 questões de Humanas.

Nota de corte Medicina federal: quanto você precisa tirar no ENEM

UFRJ exigiu 823 pontos e UFPR 817 no SISU 2025 — a referência mais recente. Veja a tabela por universidade e o que estudar para entrar em Medicina pelo ENEM 2026.

Inglês ou espanhol no ENEM 2026: escolha antes de 5 de junho

Maioria escolhe espanhol, mas inglês tem taxa de acerto maior no ENEM. Veja como decidir — e por que você precisa fazer isso antes de 5 de junho.

IA na redação do ENEM 2026: repertório completo com fontes

Repertório com fontes reais, 3 recortes de tese e proposta de intervenção prontos para escrever sobre inteligência artificial na redação do ENEM 2026.

ProUni 2027: quanto tirar no ENEM 2026 para garantir a bolsa

O mínimo é 450 pontos — mas Direito exige 600 a 680 e Medicina passa de 700. Saiba quanto tirar no ENEM 2026 para ter opções no ProUni 2027.

Física no ENEM 2026: fórmulas essenciais e os 5 blocos que mais caem

Eletrodinâmica, Termologia e Ondulatória respondem por mais de 50% das questões de Física no ENEM. Veja as fórmulas indispensáveis e a estratégia certa para o Dia 2.

Química no ENEM 2026: os 7 assuntos que mais caem na prova

Química Orgânica, Estequiometria e Eletroquímica respondem por ~70% das questões de Química no ENEM. Veja os 7 assuntos essenciais e como dominar cada um para o Dia 2.

Biologia no ENEM 2026: os 6 assuntos que mais caem na prova

Ecologia representa ~26% das questões de Biologia no ENEM. Veja os 6 blocos essenciais, o que mudou em 2025 e como priorizar o estudo para o Dia 2.

SISU 2027: como funciona, estratégia de inscrição e datas

O SISU 2027 vai usar a sua nota do ENEM 2026 para te colocar em uma universidade federal. Entenda como funciona, estratégia de escolha e o que fazer agora.

Proposta de intervenção no ENEM 2026: os 5 elementos e como garantir nota 200

A Competência 5 vale 200 pontos e é onde mais candidatos perdem por esquecer 1 elemento. Veja os 5 obrigatórios, exemplos comentados e o checklist para não entregar sem conferir.

Atendimento especial no ENEM 2026: TDAH, TOC e ansiedade

Em 2026, o edital do ENEM incluiu TDAH, TOC e fibromialgia no atendimento especializado. Saiba quais recursos você tem direito e como solicitar.

O que zera a redação do ENEM 2026: os 8 critérios do INEP

Texto com até 7 linhas, identificação ou fuga ao tema — os 8 critérios do INEP que zeram a redação do ENEM antes mesmo de ser avaliada por conteúdo.

ENEM 2026: como gerenciar o tempo nos dois dias de prova

No Dia 1 do ENEM 2026 você tem menos de 3 minutos por questão depois de separar tempo para a redação. Veja a estratégia completa de gestão do tempo.

Interpretação de texto no ENEM: 4 armadilhas que fazem você errar

O ENEM não cobra memória, cobra leitura precisa. Aprenda a reconhecer as 4 armadilhas nas alternativas e o método passo a passo para não errar mais.

Reler não é estudar: 4 métodos comprovados para o ENEM 2026

Releitura cria ilusão de aprendizado. Veja os 4 métodos com maior evidência científica — e como aplicá-los nos 5 meses que faltam para o ENEM 2026.

Saúde mental de adolescentes: repertório para o ENEM 2026

ENEM 2020 cobrou saúde mental, e a PeNSe 2024 do IBGE mostra por que o tema pode voltar. Veja repertório, argumentos e proposta de intervenção prontos.

Como usar repertório sociocultural na redação do ENEM 2026

Repertório copiado derruba a Competência 2 mesmo sendo verdadeiro. Entenda os 3 critérios do INEP e como encaixar referências que realmente elevam sua nota.

Fake news na redação do ENEM 2026: argumentos e repertório

O ENEM começa duas semanas depois das eleições de outubro. Desinformação é candidato forte para 2026. Veja dados verificados, repertório completo e proposta de intervenção pronta.

Crise climática na redação do ENEM 2026: dados e repertório

O Brasil sediou a COP30 em Belém em 2025 e enfrenta enchentes, seca e desmatamento. A crise climática tem chance real no ENEM 2026. Argumentos, dados e proposta de intervenção.

Apostas esportivas no ENEM 2026: R$ 3 bi e como argumentar

Em agosto de 2024, 5 mi de famílias do Bolsa Família enviaram R$ 3 bi às bets. Saiba como usar esse dado com leis e argumento completo para a redação do ENEM 2026.

Desigualdade social: dados e repertório para o ENEM 2026

O Brasil tem um dos maiores índices de desigualdade do mundo. Veja dados do IBGE, argumentos históricos e como montar a proposta de intervenção nota 200.

Trabalho infantil no ENEM 2026: dados, repertório e proposta

1,65 milhão de crianças ainda trabalham no Brasil. Veja dados do IBGE 2024, argumentos sólidos e a proposta de intervenção para o ENEM 2026.

Violência contra a mulher no ENEM 2026: dados e repertório

Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos e os feminicídios bateram recorde histórico. Veja dados, argumentos e repertório completo para a redação do ENEM.

Mobilidade urbana na redação do ENEM 2026: dados e repertório

2h47 por dia no ônibus em SP — veja os dados, o repertório sociocultural e a proposta de intervenção para uma redação sobre mobilidade urbana no ENEM 2026.

Segurança pública na redação do ENEM 2026: dados e repertório

42.590 homicídios em 2024, menor patamar histórico — mas 77% das vítimas são negras. Dados do Atlas da Violência 2026, repertório e proposta para a redação.

Crianças na internet: dados e repertório para a redação do ENEM 2026

1 em cada 5 adolescentes sofreu violência sexual online. Dados do TIC Kids Online 2024, ECA Digital (Lei 15.211/2025) e repertório para a redação do ENEM 2026.

Saneamento básico na redação do ENEM 2026: dados e repertório

37,5% dos brasileiros sem rede de esgoto e o Marco Legal com prazo até 2033. Dados do IBGE, lei para citar e proposta de intervenção completa para o ENEM 2026.

Insegurança alimentar na redação do ENEM 2026: dados e repertório

54,7 milhões de brasileiros em insegurança alimentar em 2024, segundo o IBGE. Dados da PNAD, LOSAN, Josué de Castro e proposta de intervenção para o ENEM 2026.

Pé-de-Meia e ENEM 2026: R$ 200 de bônus — quem recebe e quando

Participar do ENEM 2026 vale R$ 200 extra para quem está no Pé-de-Meia. Veja quem tem direito, a data do pagamento e o prazo para se cadastrar no CadÚnico até 7 de agosto.

Cotas raciais na redação do ENEM 2026: dados e argumentos

O STF derrubou a lei anti-cotas de SC por 10 a 0 em abril de 2026. Entenda a Lei 12.711, os dados do IBGE e como montar uma redação nota alta sobre o tema.