Atualizado em 24 de julho de 2026
Barroco no ENEM 2026: Gregório de Matos e Padre Vieira
Barroco (1601–1768): os dois autores que dominam o ENEM são Gregório de Matos e Padre Vieira. Aprenda cultismo, conceptismo e como resolver qualquer excerto do período.
Resumo — o que você vai aprender
- O Barroco no Brasil vai de 1601 a 1768 e concentra quase todas as questões do ENEM em dois autores: Gregório de Matos (poesia) e Padre Antônio Vieira (sermões).
- A distinção mais cobrada é cultismo vs. conceptismo: cultismo privilegia a forma rebuscada das palavras; conceptismo privilegia o jogo de ideias e a argumentação lógica.
- Gregório de Matos tem três tipos de poesia — religiosa, lírica e satírica. O ENEM prefere os poemas satíricos para questões de interpretação com crítica social.
- Para Padre Vieira, bastam três sermões: Sexagésima (arte de pregar), Santo António aos Peixes (alegoria da exploração colonial) e Bom Ladrão (impunidade do poderoso).
- O Sermão do Bom Ladrão é repertório direto para redação: Vieira demonstrou que o sistema colonial punia o ladrão de subsistência e protegia o que roubava em escala.
Gregório de Matos morreu em 1696. Mas um excerto do "Boca do Inferno" aparece em provas do ENEM com regularidade suficiente para valer mais do que deixar de revisar toda a sua preparação de funções de segundo grau. O Barroco é o período que candidatos fingem ter estudado — e que poucos sabem de fato resolver quando o texto aparece na tela.
A boa notícia: quase toda questão de Barroco no ENEM usa um dos dois mesmos autores — Gregório de Matos (poesia) ou Padre Antônio Vieira (sermões) — e testa três conceitos que cabem num cartão de bolso. Quem domina os dois autores e os três conceitos resolve qualquer questão do período.
O Barroco no Brasil — contexto histórico em dois parágrafos
O Barroco literário brasileiro vai de 1601 a 1768. A data de início é a publicação de Prosopopeia, de Bento Teixeira — o primeiro texto reconhecidamente barroco produzido no Brasil. A data de fim é a publicação de Obras, de Cláudio Manuel da Costa, que inaugura o Arcadismo.
O contexto histórico explica o estilo. O Barroco europeu nasce como resposta artística e religiosa à Contrarreforma — o movimento da Igreja Católica para reconquistar fiéis após a Reforma Protestante. No Brasil colonial do século XVII, esse contexto se combina com uma sociedade escravocrata e profundamente contraditória: a mesma elite que participava de missas solenes financiava o tráfico negreiro. A tensão entre sagrado e profano, entre a aspiração ao céu e o apego à terra, entre a fé declarada e o pecado praticado, está no centro de quase tudo que o Barroco produz — e é exatamente o que o ENEM explora nas questões.
Gregório de Matos (1636–1696): o "Boca do Inferno"
Gregório de Matos nasceu em Salvador, Bahia, estudou Direito em Coimbra, Portugal, e voltou ao Brasil para trabalhar como advogado e depois em cargos na administração colonial (Wikipedia). O apelido "Boca do Inferno" veio das suas poesias satíricas — ataques em verso contra governadores corruptos, padres hipócritas, comerciantes desonestos e a burguesia de Salvador. Eram tão agressivos que Gregório chegou a ser preso e exilado.
Sua obra se divide em três tipos, e o ENEM cobra os três:
1. Poesia religiosa
Sonetos de devoção intensa, com antíteses e paradoxos que colocam pecado e arrependimento lado a lado. Um trecho frequentemente citado em questões:
"Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado, Da vossa alta clemência me despejo"
A estrutura de confissão + pedido de misericórdia é tipicamente barroca: a carne e o espírito lutam, o pecado e a graça coexistem em tensão constante. A questão vai perguntar o que essa tensão produz no texto — e a resposta está na antítese.
2. Poesia lírica e amorosa
Versos de louvor à mulher amada, com imagens elaboradas e vocabulário culto. Aqui aparece o cultismo: acumulação de metáforas, linguagem rebuscada, construções sintáticas invertidas que privilegiam a forma sobre a ideia.
3. Poesia satírica
O que mais aparece no ENEM. Gregório atacava nominalmente figuras reais de Salvador. O humor é ácido, a crítica social é direta, e o vocabulário oscila entre o culto e o popular — às vezes no mesmo poema.
O que o ENEM pede: identificar o tom do poema (devocional, amoroso ou crítico-irônico); reconhecer a antítese barroca (dois opostos em tensão); analisar como a crítica às contradições da sociedade colonial está embutida na linguagem.
Padre Antônio Vieira (1608–1697): o maior orador da língua portuguesa
Padre Antônio Vieira nasceu em Lisboa, mas foi criado em Salvador, Bahia, onde entrou para a Companhia de Jesus (Wikipedia). Sua trajetória é extraordinária: pregou nas cortes de Portugal e da Holanda, atuou como diplomata do rei, missionou por décadas no Maranhão defendendo os povos indígenas contra a escravidão, e foi processado pela Inquisição portuguesa por suas ideias proféticas. Morreu em Salvador aos 89 anos.
Para o ENEM, três sermões são essenciais:
Sermão da Sexagésima (1655)
Pregado em Lisboa, é o sermão mais estudado de Vieira. Trata da arte de pregar: por que alguns sermões convertem e outros não? Vieira argumenta que a eficácia da pregação vem da Palavra de Deus — não dos ornamentos retóricos dos pregadores. O paradoxo: ele usa uma argumentação brilhantemente elaborada para defender a simplicidade. A banca usa exatamente esse paradoxo em questões sobre ironia e argumentação retórica.
Sermão de Santo António aos Peixes (pregado no Maranhão)
Vieira finge pregar para os peixes porque os colonos portugueses recusavam ouvi-lo. Cada espécie representa um tipo humano: os tubarões são as autoridades que devoram os menores; os peixes que vivem em cardume representam a solidariedade, e assim por diante. A alegoria é o recurso central — e é o que o ENEM cobra quando apresenta excertos desse sermão.
Sermão do Bom Ladrão (1655, Lisboa)
Pregado na Igreja da Misericórdia de Lisboa diante do rei D. João IV e de seus ministros, o sermão argumenta que o sistema colonial punia o ladrão pequeno e protegia o que "roubava" em escala — governadores, juízes e ministros (Wikipedia). Vieira compara o ladrão de tostões ao que rouba províncias inteiras. É repertório direto para redações sobre desigualdade, impunidade e corrupção.
O que o ENEM pede: identificar a argumentação por analogia e alegoria (o peixe que representa o humano); reconhecer o conceptismo — a lógica dos sermões funciona por definições, comparações e silogismos; analisar a crítica social embutida no texto religioso.
Cultismo vs. Conceptismo: a distinção que decide questões
Essa distinção aparece em vestibulares e no ENEM com regularidade. Entendê-la resolve muitas questões por eliminação.
| Cultismo | Conceptismo | |
|---|---|---|
| Também chamado de | Gongorismo (influência de Góngora) | Conceptismo ou espirituismo |
| Foco principal | A forma — palavras, sons, metáforas elaboradas | As ideias — lógica, argumentação, analogia |
| Recursos centrais | Vocabulário rebuscado, inversões sintáticas, hipérboles | Antíteses, paradoxos, silogismos, alegorias |
| Onde aparece mais | Gregório de Matos (poesia lírica e religiosa) | Padre Antônio Vieira (sermões) |
| Pergunta-teste | O texto impressiona pela riqueza das palavras? | O texto impressiona pela agudeza do raciocínio? |
Ponto importante: cultismo e conceptismo não se excluem. Em Gregório de Matos é possível encontrar os dois — cultismo nos poemas líricos, conceptismo nas sátiras. O que muda é o recurso dominante. Nos sermões de Vieira, o conceptismo domina: o valor está na construção lógica da argumentação, não na exuberância vocabular.
Barroco como repertório sociocultural na redação
Padre Vieira é um dos autores mais versáteis para usar como repertório no texto dissertativo-argumentativo. Os três sermões acima conectam diretamente a temas frequentes no ENEM:
-
Desigualdade social e impunidade: O Sermão do Bom Ladrão demonstra que o sistema colonial punia o pequeno infrator enquanto protegia o poderoso. Funciona para temas de segurança pública, sistema judiciário, corrupção.
-
Exploração de povos originários: O Sermão de Santo António aos Peixes foi pregado no contexto da defesa dos indígenas escravizados no Maranhão. É repertório direto para temas de direitos indígenas, colonialismo, exploração.
-
Crítica ao discurso vazio: O Sermão da Sexagésima critica quem faz muita retórica sem conteúdo real. Funciona para temas de desinformação, comunicação política e performatividade.
Como citar na redação: "Padre Antônio Vieira, no Sermão do Bom Ladrão (1655), demonstrou que o sistema colonial punia o ladrão de subsistência enquanto protegia o que roubava em escala — um padrão que persiste na seletividade do sistema penal brasileiro." Depois, conecte à sua tese. Nunca cite sem mostrar a ligação direta com o argumento.
Comparativo dos dois autores
| Gregório de Matos | Padre Antônio Vieira | |
|---|---|---|
| Período de vida | 1636–1696 | 1608–1697 |
| Gênero | Poesia (religiosa, lírica, satírica) | Prosa (sermões) |
| Recurso dominante | Cultismo (lírica) / Conceptismo (sátira) | Conceptismo |
| Tom característico | Devotado / irônico / corrosivo | Argumentativo / alegórico / crítico |
| O que o ENEM testa | Tom do poema, antíteses, crítica colonial | Argumentação por alegoria, crítica ao poder |
| Repertório para redação | Crítica à hipocrisia colonial | Desigualdade na justiça, direitos indígenas |
Como estudar o Barroco em 2 semanas para o ENEM 2026
Com a prova de Linguagens marcada para 8 de novembro de 2026, você tem tempo para dominar esse período com esforço concentrado:
Semana 1 — Textos:
- Leia 5 poemas de Gregório de Matos: um religioso, um lírico, três satíricos. Identifique o tom e os recursos em cada um. Os poemas estão disponíveis no Domínio Público.
- Leia excertos comentados do Sermão da Sexagésima e do Sermão do Bom Ladrão. Preste atenção na estrutura do argumento de Vieira: definição → exemplo → conclusão inesperada.
Semana 2 — Questões:
- Resolva 10 questões com excertos de Gregório de Matos, distribuídas entre os três tipos de poesia.
- Resolva 8 questões com excertos dos sermões de Vieira.
- Antes de olhar o gabarito: identifique se o texto é cultismo ou conceptismo. Isso já elimina duas ou três alternativas.
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O Barroco é um período sobre tensão — entre o sagrado e o profano, entre a forma elaborada e a ideia simples, entre a devoção e a crítica. Quando você ler um excerto barroco no ENEM, a primeira pergunta é sempre: o texto joga com as palavras (cultismo) ou com as ideias (conceptismo)? Quem é o alvo — a salvação da alma ou a hipocrisia do poder? A resposta está no texto. Sempre.
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Linguagens · ENEM 2024
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Se você é feito de música, este texto é pra você
Às vezes, no silêncio da noite, eu fico imaginando: que graça teria a vida sem música? Sem ela não há paz, não há beleza. Nos dias de festa e nas madrugadas de pranto, nas trilhas dos filmes e nas corridas no parque, o que seria de nós sem as canções que enfeitam o cotidiano com ritmo e verso? Quem nunca curou uma dor de cotovelo dançando lambada ou terminou de se afundar ouvindo sertanejo sofrência? Quantos já criticaram funk e fecharam a noite descendo até o chão? Tudo bem... Raul nos ensinou que é preferível ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Já somos castigados com o peso das tragédias, o barulho das buzinas, os ruídos dos conflitos. É pau, é pedra, é o fim do caminho. Há uma nuvem de lágrimas sobre os olhos, você está na lanterna dos afogados, o coração despedaçado. Mas, como um sopro, da janela do vizinho, entra o samba que reanima a mente. Floresce do fundo do nosso quintal a batida que ressuscita o ânimo, sintoniza a alegria e equaliza o fôlego. Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima. Defendendo a importância da música para o bem-estar e o equilíbrio emocional das pessoas, a autora usa, como recurso persuasivo, a
Perguntas frequentes
O Barroco cai muito no ENEM?
Sim. O Barroco aparece com regularidade nas questões de Linguagens do ENEM, especialmente com excertos de poemas de Gregório de Matos e trechos dos sermões de Padre Antônio Vieira. A banca gosta do período porque os textos são ricos em antíteses, jogos de linguagem e crítica social embutida — o que permite questões de interpretação exigentes. Quem domina os dois autores e entende a distinção entre cultismo e conceptismo resolve a maioria das questões sem hesitar.
Qual é a diferença entre cultismo e conceptismo no ENEM?
Cultismo (também chamado gongorismo) privilegia a forma: vocabulário rebuscado, inversões sintáticas, metáforas elaboradas e jogos sonoros. O impacto vem das palavras. Conceptismo privilegia as ideias: antíteses, paradoxos, silogismos e alegorias. O impacto vem do raciocínio. A pergunta-teste é simples: o texto impressiona pela riqueza do vocabulário (cultismo) ou pela agudeza da lógica (conceptismo)? Em Gregório de Matos é possível encontrar os dois; nos sermões de Padre Vieira, domina o conceptismo.
Gregório de Matos escrevia sobre temas difíceis para entender?
Depende do tipo de poema. A poesia religiosa usa paradoxos e antíteses (pecado × graça, carne × espírito) que parecem complexos mas seguem uma lógica clara quando você conhece o contexto da Contrarreforma. A poesia satírica, que é o que mais aparece no ENEM, é surpreendentemente direta: o alvo é identificável, o tom é irônico e ácido, e a crítica social é explícita. O desafio nas questões não é entender o vocabulário — é identificar o tom e o alvo da crítica.
Preciso ler os sermões de Padre Vieira completos?
Não. O ENEM apresenta excertos e pede interpretação, não resumo integral. O que você precisa de cada sermão: Sexagésima — a tese central (a Palavra de Deus é a semente; o pregador é só o semeador) e o paradoxo de usar retórica elaborada para criticar a retórica elaborada. Santo António aos Peixes — o recurso da alegoria (cada peixe representa um tipo humano) e o alvo (a exploração colonial). Bom Ladrão — a comparação entre o ladrão pequeno que é punido e o poderoso que rouba em escala e é protegido.
O Barroco vem antes ou depois do Romantismo na literatura brasileira?
O Barroco vem muito antes. A sequência cronológica dos principais movimentos literários brasileiros é: Quinhentismo (1500–1601) → Barroco (1601–1768) → Arcadismo (1768–1836) → Romantismo (1836–1881) → Realismo e Naturalismo (1881–1902) → Pré-Modernismo (1902–1922) → Modernismo (1922 em diante). O Barroco é o segundo período da literatura brasileira e está separado do Romantismo por um século inteiro.
O que é a antítese barroca e por que aparece tanto no ENEM?
A antítese é a colocação de dois opostos em tensão no mesmo texto ou mesmo verso. No Barroco, os pares mais frequentes são: sagrado × profano, carne × espírito, vida × morte, pecado × graça, terra × céu. O ENEM usa a antítese barroca porque ela é um recurso de efeito de sentido claro: a tensão entre opostos revela a visão de mundo do período — a existência como campo de batalha entre forças contrárias, sem resolução fácil. Identificar a antítese e explicar o que ela produz no texto resolve boa parte das questões.
Como usar Padre Vieira como repertório sociocultural na redação do ENEM?
O Sermão do Bom Ladrão é o mais versátil: use-o para temas de desigualdade na justiça, corrupção e privilégio — a tese de Vieira é que o sistema pune o ladrão pequeno e protege o poderoso. O Sermão de Santo António aos Peixes funciona para temas de exploração de povos originários e colonialismo. A forma de citar: 'Padre Antônio Vieira, no Sermão do Bom Ladrão (1655), demonstrou que o sistema colonial punia o ladrão de subsistência enquanto protegia o que roubava em escala.' Depois, conecte diretamente à sua tese — nunca cite sem mostrar a ligação.
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'Ainda Estou Aqui' ganhou o Oscar em 2025. O tema do filme — ditadura militar — é um dos mais cobrados no ENEM. Veja como estudar para 2026.
1.º e 2.º dia do ENEM 2026: matérias, horários e estratégia
Saiba o que cai no 1.º e 2.º dia do ENEM 2026, os horários exatos para 8 e 15 de novembro, o que levar e como distribuir seu tempo na prova.
Acesso à leitura no ENEM 2026: como estruturar sua redação
29% dos brasileiros são analfabetos funcionais, aponta o Inaf 2024. Veja dados, repertório e como estruturar sua redação sobre acesso à leitura no ENEM 2026.
Democracia pode cair no ENEM 2026: prepare sua redação
Com eleições em outubro e ENEM 14 dias depois, democracia é o tema mais urgente de 2026. Repertório, argumentos e proposta de intervenção prontos.
Durkheim, Marx e Weber no ENEM 2026: o que cada um defende
Durkheim, Marx e Weber respondem por boa parte das questões de Sociologia no ENEM. Saiba o conceito central de cada um e como diferenciá-los na prova.
Filosofia no ENEM 2026: os 8 filósofos que mais caem e o que estudar
Contratualismo, Filosofia Antiga e Kant dominam as questões de Filosofia em Humanas. Saiba o que o ENEM cobra de cada filósofo e como não travar no dia da prova.
Racismo estrutural no ENEM 2026: dados reais e como argumentar
77% das vítimas de homicídio no Brasil em 2024 eram negras. Aprenda a argumentar sobre racismo estrutural com dados do Atlas da Violência (IPEA) e Silvio Almeida.
Modernismo no ENEM 2026: as 3 fases e os autores essenciais
Modernismo domina as questões de literatura no ENEM. Conheça as 3 fases, os autores mais cobrados em cada uma e como interpretar excertos modernistas na prova.
Romantismo no ENEM 2026: as 3 gerações e autores essenciais
O Romantismo brasileiro tem 3 gerações com estilos opostos. Entenda quais autores caem no ENEM em cada fase e como interpretar excertos românticos.
Realismo e Naturalismo no ENEM 2026: Machado e O Cortiço
Realismo e Naturalismo dominam Linguagens no ENEM. Veja Machado de Assis, O Cortiço de Aluísio Azevedo e como resolver qualquer excerto desse período.
Poluição Informacional no ENEM 2026: deepfakes, eleições e repertório
O TSE proibiu deepfakes eleitorais em março de 2026. Entenda o que é poluição informacional, como difere de fake news e qual repertório usar na redação do ENEM.
Pré-Modernismo no ENEM 2026: Euclides, Lima Barreto e Lobato
O Pré-Modernismo vai de 1902 a 1922 e traz 4 autores que aparecem frequentemente no ENEM. Saiba quem são e o que a banca pede em cada excerto.